Lúcia Mendes
O calor do corpo de Nate contra o meu era como uma fogueira que não apagava. Cada movimento, cada investida, parecia acender algo mais profundo, mais selvagem. Meus quadris se moviam contra ele, guiados por um instinto que eu já não controlava. Ele segurava meus quadris com força, os dedos cravados na minha pele, como se quisesse me manter ali, exatamente onde ele me queria.
"Demorou demais, Lúcia," ele murmurou contra meu ouvido, a voz rouca, quase um rosnado. "Tantas noites imaginando isso... e você me fazendo esperar." Ele mordeu de leve o lóbulo da minha orelha, e eu soltei um gemido baixo, o corpo tremendo com o toque.
"Foi uma tortura para nós dois," retruquei, ofegante, enquanto minhas unhas arranhavam seus ombros. "Mas agora você tem o que queria, não tem?"
Ele riu, um som grave e carregado de desejo. "Ainda não, chaveirinho. Não até te deixar sem ar, sem forças, implorando por mais."
Antes que eu pudesse responder, ele me virou com um movimento rápido, me colocando de quatro na cama improvisada da cabine. O espaço era pequeno, mas ele fazia cada centímetro valer. Senti suas mãos firmes nas minhas coxas, separando-as com uma autoridade que me fez arquear as costas automaticamente. Meu corpo inteiro pulsava, antecipando o que viria.
"Nate..." murmurei, a voz tremendo de expectativa.
"Shhh," ele cortou, os lábios roçando a parte interna da minha coxa. "Quero sentir você. Todo esse tempo, e agora você é minha. Não vou perder um segundo."
Então, ele mergulhou. Sua boca encontrou meu centro com uma precisão devastadora, a língua quente e implacável explorando cada pedaço de mim. Gemi alto, as mãos agarrando os lençóis, o corpo se contorcendo sob o prazer que ele arrancava de mim. Ele chupava, lambia, provocava, como se quisesse gravar o gosto de mim na memória. Cada movimento era intenso, carnívoro, como se ele estivesse faminto por mim há meses.
"Você é tão gostosa, Lúcia," ele murmurou contra minha pele, a vibração da voz dele me fazendo estremecer. "Tão perfeita... e tão minha agora."
Eu não conseguia responder. Minha mente estava nublada, perdida em ondas de prazer que me faziam rebolar contra a boca dele, buscando mais, sempre mais. Ele segurava minhas coxas com força, mantendo-me no lugar, enquanto sua língua continuava seu trabalho implacável, me levando ao limite e me mantendo lá, suspensa, até que eu achei que não aguentaria mais.
"Nate... por favor..." implorei, a voz entrecortada, quase irreconhecível.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Contratando um CEO como Acompanhante