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Contratando um CEO como Acompanhante romance Capítulo 44

Nathaniel Meyer Donovan

Eu só podia estar ficando louco.

Depois de tudo que vivi com Yolanda, eu jurei que manteria o trabalho acima de qualquer mulher. Frieza. Foco. Controle. Três pilares que me mantiveram intacto por anos.

Mas Lúcia... Lúcia Mendes estava desmontando cada um deles.

Ali, em minha frente, envolta num roupão branco, pele quente e úmida depois do banho, com aquele olhar travesso que me provocava como se soubesse exatamente o que fazia comigo. E pelo jeito que o tecido colava ao corpo... ela não estava usando absolutamente nada por baixo.

Minha sanidade estava por um fio.

Ela soltou a toalha dos cabelos, deixando os fios loiros caírem sobre os ombros como uma maldita propaganda de shampoo, me fazendo ansiar por enterrá-los entre os dedos. A boca secou.

"Você tá me olhando como se tivesse perdido o juízo," ela disse, ajeitando o decote do roupão que havia escorregado por um dos ombros.

Soltei um riso baixo, ainda sem tirar os olhos dela. "Tô começando a achar que perdi mesmo."

Ela afastou os pés das minhas mãos e se levantou, rindo daquele jeito que me fazia querer agarrá-la de novo. "É bom tomarmos café da manhã e nos prepararmos pra reunião. Se esse investidor for tudo isso que você tá dizendo, precisamos estar concentrados no que realmente importa."

No que realmente importa...?

Você.

Era o que queria dizer. Mas apenas me levantei e a segui até o telefone.

Ela fez o pedido com naturalidade, como se meu olhar não estivesse devorando cada curva escondida sob aquele tecido. Mas só uma coisa ali poderia saciar minha fome. E não vinha em bandeja.

Parei atrás dela. Minhas mãos encontraram a cintura marcada pelo cinto do roupão. Puxei o tecido de lado, expondo o ombro nu e o beijei com lentidão, sentindo a pele arrepiar sob meus lábios. Empurrei os fios dourados para o outro lado e deslizei minha boca até seu pescoço.

"Tem certeza de que não dá tempo da gente aproveitar um pouco melhor esse momento?" murmurei contra sua pele, a voz baixa e carregada de uma promessa que queimava por dentro. Meus dedos subiram pelos braços, roçando o tecido leve, enquanto minha boca deslizava para o pescoço, traçando uma linha de beijos que fizeram sua respiração vacilar.

Ela não respondeu. Não com palavras.

Mas o corpo falou por ela. A pele arrepiou, e um suspiro escapou de seus lábios.

Desci as mãos até o laço do roupão. Puxei devagar, como se desembrulhasse algo precioso. O tecido se abriu, revelando o que eu já suspeitava: pele nua, macia, convidativa.

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