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Contratando um CEO como Acompanhante romance Capítulo 59

Nathaniel Donovan

A voz estridente de Yolanda invadia a casa como uma maldição.

Ela gritava do lado de fora da casa de Jones como uma lunática, sem noção de hora, nem de decência. Só não contava que eu estivesse ali.

Abri a porta com calma, a raiva borbulhando por dentro.

Ela parou no meio da frase, surpresa.

"Nate?! Quando você voltou?" sibilou, o tom misto de choque e desespero.

"Surpresa."

Minha voz saiu fria. Calculada. O tipo de tom que usava quando queria despedaçar alguém sem erguer a mão.

Ela deu um passo à frente, ignorando o portão e a compostura.

"Eu quero a minha filha. A Eliza. Ela é minha! Me devolva agora mesmo."

"Não."

Ela arregalou os olhos, os lábios tremendo.

"Você não pode fazer isso comigo! Eu sou a mãe dela! Você não pode me negar isso! Faz quase 4 anos que não posso ficar um final de semana com ela. Você não imagina como eu sinto a falta dela. Então não me negue o convívio com a minha filha."

"Ah Yolanda. Está fazendo aulas de teatro?" bati palmas. "Está cada dia mais realista. Agora chore, se jogue no chão. Diga que sua vida acabou."

"Seu maldito filho da puta. Como pode agir assim?"

"Agir assim? Acho que você se esqueceu da nossa última conversa, querida. Você mesma disse que ela seria só sua segurança financeira. Nós fizemos um acordo. Um acordo bem vantajoso para você. Mas você o quebrou. Então... perdeu tudo." coloquei as mãos no bolso.

Ela bufou, histérica.

"Mentira! Você me enganou!"

Foi então que olhei para o homem ao lado dela. Um sujeito engravatado, tentando manter a postura diante do vexame.

"Você é o advogado?"

"Sou. E vou reverter tudo o que você fez contra minha cliente. Como pode agredi-la dessa forma. Estou gravando tudo."

"Ótimo, a casa também tem sistemas de segurança. Vamos ver que apresentará sem cortes."

Ri com desdém.

"Mas voltando ao meu interesse, o senhor já puxou o histórico dela?" ele piscou algumas vezes sem entender. "Sabia que, toda vez que um advogado ganha uma causa pra ela, ela some com o dinheiro? E depois os 'colegas' vêm até mim, desesperados, querendo receber a dívida?"

O advogado empalideceu. Yolanda engasgou.

Continuei, sem piedade:

"Você sabia que, quando a Eliza tinha apenas um ano, sua cliente fez esse mesmo espetáculo?"

Cruzei os braços, firme. "Eu cedi. Achei que ela pudesse ter mudado. Permiti um final de semana com a filha…"

Me aproximei um passo, olhando direto nos olhos dele.

"Resultado? Encontrei minha filha desidratada, em pânico, trancada sozinha num quarto escuro. Ela nem conseguia chorar. Foi como encontrar um fantasma."

A raiva subia pelas têmporas, mas minha voz permaneceu controlada.

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