Entrar Via

Depois do fim... Um recomeço para o CEO romance Capítulo 121

Henry

Minha mãe avisou que iria até a casa da mãe da Renata, e me senti no dever de acompanhá-la. Queria evitar qualquer mal-estar e, principalmente, protegê-la. Minha vida deu um salto hoje. Estou feliz e só quero que a Renata nos deixe em paz. É tudo o que precisamos para viver essa felicidade. Falo, principalmente, do fato de ver minha mãe finalmente aceitando a Melissa como minha esposa, algo que eu já não tinha mais esperanças de acontecer.

Não sou uma pessoa esperançosa, nunca fui. Sou mais da prática. Sinceramente, não esperava isso dela, ainda mais depois de todo esse tempo. Agora, me sinto no dever de aceitar o Edu ao lado da minha mãe. Se é para ela ser feliz, que assim seja. Só precisamos que a Renata nos dê paz para finalmente dizer o bendito "amém". Caramba, é só uma pessoa, mas ela está me provocando pânico. Não por mim, mas pelo medo do que ela possa tentar contra a Melissa, que, pelo visto, se tornou seu alvo principal.

Saímos juntos: eu, Ricardo, Bárbara e minha mãe. Pedi para que Melissa não saísse de casa hoje, mesmo sabendo que ela está sobrecarregada de trabalho com a loja. Pelo menos ela me prometeu que ficaria em casa. Com os seguranças por perto, fico mais tranquilo. Não posso nem pensar na possibilidade de ela ir ao encontro da Renata. Não sei do que aquela louca é capaz, e não sei o que eu faria se ela fizesse algum mal à Melissa.

Ricardo ficou de deixar minha irmã em casa e, em seguida, ir para a empresa. Eu deveria ir para a loja, mas pedi para Rose e Cristal tomarem conta de tudo até minha chegada. Acompanhei minha mãe até a casa da mãe da Renata. Espero que, pelo menos, ela e o pai ajudem a filha, porque a Renata claramente não está normal.

O portão se abriu, e Brenda nos olhou surpresa. Há muito tempo não a via, embora ela e minha mãe ainda conversem com frequência.

— Henry, meu Deus, você aqui? Estou surpresa! — Ela colocou a mão no peito, parecendo realmente chocada em me ver. Não a julgo, já que há anos não a visito.

— Olá, dona Brenda. Como vai? — Pergunto com tranquilidade, com uma das mãos no bolso e a outra no ombro da minha mãe.

— Elisângela, minha amiga! — Ela abraça minha mãe carinhosamente. — Venham, entrem. Como está, Henry?

— Estou bem. E a senhora? E o senhor Luís? — Pergunto enquanto entramos.

— Estamos bem, obrigada. Sintam-se à vontade, por favor.

— Obrigada. — Minha mãe respondeu, sentando-se, e eu me acomodei ao seu lado.

— Estou muito surpresa em te ver aqui, mas não posso negar que estou feliz. Você está tão bonito, com um ar de homem maduro. Até parece diferente.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Depois do fim... Um recomeço para o CEO