Entrar Via

Depois do fim... Um recomeço para o CEO romance Capítulo 122

— Brenda, tente nos entender. A Renata está destilando o caos na minha família. Minha mãe passou mal na frente dela, Brenda. Mas ela simplesmente ignorou a situação, virou as costas e foi embora. Isso é cruel, você não acha? Eu jamais faria isso com você, se fosse o caso. — Argumento, e ela fica pasma.

— Isso não é possível, Elisângela… Meu Deus, não. Minha filha seria incapaz de agir friamente dessa maneira. — Ela coloca as mãos na cabeça, apavorada. Era evidente que estava surpresa.

— Pois ela fez, infelizmente. Sempre tive a Renata como uma filha, sempre a tratei com carinho. Mas, pelo visto, o carinho e o amor não são recíprocos. Quando falei a ela que não estava enxergando, ela perguntou se eu estava fazendo o tratamento e, prontamente, respondi. Mas ela simplesmente disse que estava indo embora, e foi. Nunca imaginei isso. Foi o auge para eu perceber que ela não tem escrúpulos. — Minha mãe fala, pensativa, enquanto Brenda demonstra revolta por ouvir algo assim sobre a filha.

— Sem escrúpulos? Como você tem coragem de falar assim? Você a viu nascer, a viu crescer! Não pode falar assim da minha filha! — A voz embargada e elevada de Brenda mostrava sua indignação. Minha mãe parecia abatida e pensativa, então decidi assumir a conversa.

— Desculpe, Brenda. Não viemos aqui para discutir, por favor, não nos intérprete mal. Minha mãe está chocada com tudo o que está acontecendo. Só viemos pedir a sua ajuda e a do senhor Luís. Sabemos que a Renata ouve você, ouve o pai. Ela sempre foi muito ligada à família. Acredito que, se a senhora conversar com ela, ela irá refletir sobre suas atitudes.

— Ela não é mais tão família assim. Mal aparece aqui em casa, está diferente, estranha demais, e eu até tenho medo... Infelizmente, sou obrigada a acreditar em vocês. — Brenda nos surpreendeu com sua sinceridade. — Eu queria não acreditar nisso, mas a mudança dela conosco é evidente. Não sei se serei capaz de ajudar, mas vou tentar, Henry. Pode me dizer o que ela tem feito?

— Ela tem enviado mensagens e ligações para mim e para a Melissa. Vídeos perturbadores, e isso não para. Está fora de controle. Além disso, tem tentado armar situações para incriminar a Melissa. Tenho certeza de que sabe que reatamos, por isso as ações dela estão cada vez mais frequentes. Não queremos o mal dela, mas juro que quero que fique o mais longe possível de mim e da minha família. — Fui sincero.

— Eu entendo, Henry, e também não concordo com nada disso. A Renata não pode agir dessa forma. Você já é casado, e o que ela está fazendo é errado. Já cansei de aconselhá-la, dizendo que ela deveria seguir com a vida dela, mas ela insiste. Diz que será sua esposa, custe o que custar. E ainda justifica isso como sendo o melhor para você e para sua mãe, Elisângela. — Brenda lançou um olhar direto para minha mãe.

— Tenho certeza de que minha mãe se arrepende de ter ajudado a Renata no passado.

— Me arrependo mesmo, Brenda. E deixei isso bem claro para a Renata. Na última vez em que conversamos, eu mesma disse que não dava mais, que ela precisava esquecer o Henry e deixá-lo em paz. Estou em paz com meu filho, e se ela quiser paz conosco, é só parar com essas atitudes. Por favor, tente conversar com ela. Ela te admira, te ouve. — Minha mãe parecia genuinamente abalada.

— Farei isso, mas, Elisângela, peço que não volte a influenciar minha filha com essas loucuras. Você sabe que sempre fui contra o seu incentivo nesse relacionamento, e agora estamos vendo o resultado disso.

— Está bem, não vou discutir. Já disse que me arrependo.

— Infelizmente, apenas se arrepender não resolve nada quando o mal já foi feito. — Brenda foi ríspida com minha mãe. — Sinto muito, Henry. Prometo que tentarei ajudar. — Ela se levantou, visivelmente estressada. Apesar disso, eu sabia que ela tentaria. Caso contrário, eu mesmo tomaria uma atitude. Já havia dado meu aviso.

— Vamos indo. Até mais. — Virei as costas e saí, mas parei ao ouvir minha mãe.

— Não fique com raiva de mim, Brenda. Sempre tratei a Renata como uma filha, mas ela passou dos limites. Me perdoe por dizer isso.

— Até mais. Siga cuidando dos seus filhos, que eu seguirei cuidando dos meus. — Saímos em direção ao carro. Eu não tinha paciência para ver Brenda destratando minha mãe, e sabia que, se ela dissesse mais alguma coisa, eu a mandaria se ferrar. Abri a porta do carro para minha mãe.

— Passar bem.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Depois do fim... Um recomeço para o CEO