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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 258

Lili ligou para saber se Bia já tinha voltado para casa, porque queria visitá-la.

Bia olhou para Tatiane e perguntou:

— Tia Evelyn, a gente pode passar em casa primeiro?

Tatiane não respondeu na mesma hora. Apenas sugeriu:

— Então que tal chamar a Ceci também?

— Tá bom. — Respondeu Bia.

Em seguida, Tatiane ligou para Noemi.

Depois de comerem a sobremesa, Tatiane levou Bia para fora do shopping.

Emerson dirigiu e deixou as duas na mansão do Residencial Aurora.

Naquele momento, Isadora já estava lá, esperando com Lili.

Assim que se encontraram, as duas se cumprimentaram.

Ao ouvir Bia chamar Tatiane de tia Evelyn, Isadora pensou, num primeiro instante, que mãe e filha já tivessem se reconhecido. Mas, ao que tudo indicava, isso ainda não tinha acontecido.

Embora estivesse intrigada, não fez nenhuma pergunta.

Agiu como se não soubesse de nada.

Uns quinze minutos depois, Noemi também chegou com Ceci.

Tatiane apresentou Ceci a Lili.

Isadora sabia que Noemi era irmã biológica de Leandro. Antes, as duas mal tinham intimidade, mas, de repente, encontraram um assunto em comum e começaram a conversar com naturalidade.

Enquanto isso, Lili levou as outras duas meninas para brincar e saiu correndo com elas pela casa inteira.

Tatiane, Isadora e Noemi ficaram sentadas no jardim dos fundos, apreciando a paisagem, tomando chá e conversando.

Quando perceberam, a tarde já tinha passado.

Tatiane e Noemi ainda precisavam voltar para a mansão em Jardim das Colinas.

André foi pessoalmente buscar a esposa e a filha.

Ao vê-lo, Tatiane o cumprimentou. Depois das despedidas, André foi embora com as duas.

Observando a cena, Noemi não conseguiu conter a inveja e comentou, suspirando:

— Os dois combinam tanto... Dá para ver de longe que o senhor André é um homem exemplar.

Tatiane sorriu de leve.

— Meu irmão também é um homem bom.

Noemi entendeu na mesma hora e respondeu com um sorrisinho travesso:

Um casal capaz de despertar a inveja de qualquer um.

No instante em que o olhar de Tatiane pousou sobre Henrique, ele também ergueu os olhos.

Por cima da multidão, os dois se encararam.

Os olhos escuros dele eram profundos e indecifráveis. Quase nada deixavam escapar.

Tatiane, porém, desviou o olhar com indiferença, como se tivesse visto apenas mais um desconhecido, alguém sem a menor relação com ela.

— Tati, vamos nos sentar primeiro. — Disse Leandro.

Por coincidência, ou ironia do destino, naquele dia ela também usava azul.

O vestido deixava as costas à mostra, adornadas por uma delicada corrente de diamantes que acompanhava com perfeição a linha elegante do seu corpo. Sob a luz, as pedras cintilavam em pequenos lampejos, ressaltando ainda mais sua pele clara, lisa e impecável, alva como porcelana.

Por um instante, ela parecia uma deusa descida à terra.

Brilhante demais. Deslumbrante demais.

Desde o momento em que entrara, já tinha atraído inúmeros olhares.

E, com Karine também vestida de azul, as comparações surgiram naturalmente no íntimo de todos.

À primeira vista, o vestido de Karine também valia uma fortuna. Vista isoladamente, sua beleza era igualmente impactante, do tipo que fazia qualquer ambiente parar.

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