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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 305

Depois de tomar o remédio, Tatiane realmente sentiu o corpo relaxar um pouco.

Ela cochilou no carro por algum tempo e, quando voltou para a empresa, continuou trabalhando.

Só que, naquela mesma tarde, Tatiane precisou ir ao hospital.

A pressão emocional tinha sido tão intensa que sua menstruação desceu antes do esperado. A dor no baixo-ventre ficou insuportável, a ponto de ela não conseguir mais continuar trabalhando.

No fim, ela teve de ir ao hospital para tomar medicação na veia.

Noemi soube da notícia por Patrícia. Como ela estava ocupada demais com o trabalho e não tinha como cuidar de Tatiane, só pôde ligar para Noemi, a única que tinha mais disponibilidade naquele momento.

Depois de buscar a criança, Noemi foi direto para o hospital.

Quando Bia soube que a tia Evelyn estava doente, ficou aflita na mesma hora e ligou imediatamente para Tatiane.

— Eu estou bem, Bia. Não precisa se preocupar.

Tatiane já tinha feito o possível para manter a voz firme, mas, para quem prestasse atenção, ainda dava para perceber a fraqueza na sua respiração.

Só que Bia ainda era pequena demais para notar isso.

Mesmo assim, continuou angustiada.

Naquele dia, quem foi buscar Bia foram o segurança e a babá.

Quando soube que a menina queria ir ao hospital, a babá ligou para Henrique.

— A Srta. Evelyn foi internada. A Bia acabou de ir para o hospital.

Ao ouvir aquilo, Henrique ficou em silêncio por um instante. Só então respondeu:

— Entendido. Acompanhem ela.

— Sim, senhor.

Meia hora depois, Noemi chegou ao quarto com Ceci e Bia.

Naquele momento, Tatiane ainda estava no soro.

— Tia Evelyn!

Bia correu até a cama. Parou ao lado dela, com os olhos arregalados e marejados, à beira do choro.

Tatiane ergueu a mão e afagou a cabeça da menina, tentando tranquilizá-la.

— Eu estou bem. Não precisa se preocupar, Bia.

— O que a tia Evelyn tem? — Perguntou Bia, aflita.

Tatiane respondeu com suavidade:

— Não é nada demais. Amanhã eu já posso sair do hospital.

Bia quis subir na cama para ficar juntinho dela.

Noemi foi depressa até lá, amparou a menina, tirou seus sapatinhos e a deitou ao lado de Tatiane. No instante seguinte, Bia a abraçou com os dois bracinhos, apertando forte.

Tatiane ficou um pouco sem jeito, mas mesmo assim a envolveu com um braço. Sentindo o cheirinho doce da menina, teve a impressão de que os nervos do corpo inteiro finalmente começavam a relaxar.

Ao ver aquela cena, Noemi sorriu.

— A Bia consegue ser ainda mais grudada que a Ceci.

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