Quarenta minutos depois, o carro chegou a uma clínica de recuperação pós-parto de alto padrão, próxima à área ecológica do Lago Sul. O lugar era bonito, silencioso e extremamente agradável.
Isadora estava no quarto andar. O piso inteiro havia sido reservado para ela e não recebia visitantes de fora.
Quando entraram no quarto, viram André ajudando Isadora a sair do banheiro. Lílian estava ao lado do berço, fazendo companhia ao irmãozinho, balançando um chocalho para distrair o bebê.
Ao vê-los entrar, André cumprimentou:
— Vocês chegaram.
Henrique assentiu de leve.
Bia, educada, também cumprimentou todos.
Lílian a chamou:
— Bia, vem ver meu irmãozinho.
Bia correu até ela.
Henrique a acompanhou.
André ajudou Isadora a se deitar com cuidado. Tatiane, com um buquê de flores nas mãos, aproximou-se e disse:
— Parabéns.
André estendeu a mão para receber as flores e sorriu.
— Obrigado.
Tatiane então se sentou à beira da cama, olhou para Isadora e perguntou, preocupada:
— Como você está se sentindo?
Isadora havia dado à luz havia poucos dias, mas sua aparência e seu estado de espírito estavam ótimos. Bastava olhar para perceber que estava sendo cercada de cuidado e carinho. No rosto dela havia aquela felicidade serena de quem acabara de se tornar mãe mais uma vez.
Isadora sorriu.
— A idade pesa. Não foi tão tranquilo quanto quando tive a Lili, mas estou bem.
Ao lado do berço, Bia apoiou as duas mãos na grade e ficou olhando para o bebê, de olhos bem abertos, tomada pela curiosidade. Depois, virou-se para o pai e disse:
— Papai, o bebê é tão pequenininho.
Henrique olhou para o bebê, depois para Bia, e respondeu com suavidade:
— Quando você nasceu, também era pequenininha assim.
Bia então olhou para André, que se aproximava.
— Tio André, posso tocar nele?
— Claro que pode.
Bia estendeu a mão com todo cuidado e tocou de leve o rostinho do recém-nascido. Assim que sentiu o toque dela, o bebê abriu a boquinha num sorriso.
André também sorriu.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
A história é demasiadamente repetitiva. Mesmas falas, mesmo enredo. Parece açougueiro enchendo linguiça...
Até que fim o Henrique está tendo atitude de marido...
Gente, sou favorável que Henrique e Tati fiquem juntos, mas para isso ele precisa assumir verbalmente para ela que arrepende de tudo que fez, afinal ele também foi vítima desse casamento "arrajado", assumir os erros, pedir perdão declarar que a ama é o mínimo....
Falta o capítulo 763...
Kd o capítulo 763...
Está faltando o capítulo 763...
Desisto , 700 capítulos e a história nao muda... repetitiva, redundante, cansativa......
Mais de 600 capítulos e a personagem ainda remoendo dor, parece que é sadomasoquista, nem sinal afeto ou mesmo respeito entre os protagonistas. Acho que vou tentar outras leituras....
Estava gostando muito da história, mas agora perdeu o encanto. A Tati deveria se divorciar do Henrique. E ficar com o Leandro. O título do Livro não tem nada a ver com a história. Acho que nem vou ler o restante....
"O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores", e é por isso que vocês entregam apenas 3/4 do texto original quando começamos a pagar com as moedas? Porque sempre faltam falas e a gente acaba ficando sem entender algumas coisas. Corrijam isso....