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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 7

Isadora, com o coração apertado de compaixão por Naiara, puxou-a para um abraço apertado.

— Se ao menos a clínica tivesse trocado o esperma... Se essa criança não fosse daquele canalha, eu adoraria ter um afilhado.

— Humpf! E tomara que a semente daquela amante sonsa não seja do seu marido também. Eu adoraria ver a honra do Carlos destruída, com um belo par de chifres na cabeça.

Naiara não conseguiu conter o riso e acariciou suavemente o rosto macio da amiga.

— Embora a probabilidade disso acontecer seja quase nula, vou aceitar suas boas energias.

Apesar de tudo, o humor de Naiara havia melhorado um pouco.

Antes de voltar para a Baía Esmeralda, ela rasgou o exame de gravidez e o jogou no lixo.

Ao vê-la chegar, Felícia notou sua palidez e perguntou com genuína preocupação:

— Senhora, você não parece muito bem. Está doente?

Em toda a família Lucca, aquela empregada era a única que realmente se importava com ela.

Naiara forçou um sorriso pálido.

— Estou bem, Felícia. Só estou com um pouco de fome. Tem algo para comer?

Não era à toa que sentia tanta fome nos últimos dias. Afinal, carregava uma pequena vida dentro de si.

Como seria o filho da grande Naiara?

O pensamento de que essa pequena vida logo desapareceria trouxe uma pontada inevitável de dor.

— Tenho, sim, senhora! — disse Felícia prontamente. — Preparei uma sopa de ninho de andorinha. Vou servir um prato para você.

Assim que Naiara se sentou à imponente mesa de jantar, algo lhe ocorreu.

— Para quem você preparou essa sopa de ninho de andorinha?

Felícia hesitou por um segundo.

— Foi para a Dona Adriana. O Jovem Mestre ligou dizendo que ela está com a saúde frágil e precisa de bons nutrientes. Ele mandou fazer especialmente para ela, disse que passaria mais tarde para buscar.

Claro.

— Eu fiz questão de preparar uma quantidade a mais, justamente para deixar um pouco para a senhora provar.

O apetite de Naiara desapareceu instantaneamente.

— Deixe para lá. Perdi a fome.

Felícia era uma mulher astuta.

— Senhora, deixe-me preparar uma tigela de macarrão artesanal para você. Quando eu morava no interior, o meu macarrão era considerado o melhor de toda a vila.

Naiara reconheceu a boa intenção da funcionária e não quis desprezá-la.

— Tudo bem, eu aceito.

Capítulo 7 1

Capítulo 7 2

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