Depois que ela desligou, os olhos de Ronaldo quase saltaram das órbitas.
— Era alguém da Luna Corporation? Você vai dar o projeto a eles?
— Estamos em negociações iniciais.
— Não! Você vai dar o projeto para estranhos em vez de para a sua própria família? Você perdeu o juízo ou enlouqueceu?
— Por que o senhor fala assim com a sua nora?
— Se você der o projeto para outra empresa, eu não terei mais você como nora!
Ao dizer isso, Ronaldo praticamente deu um tapa em seu próprio rosto, e sua expressão ficou ainda mais sombria.
— O que eu quis dizer é que... somos todos uma família. A empresa, mais cedo ou mais tarde, será sua e do Xavier. Ajudar a empresa é ajudar a si mesma.
— Seu sogro está certo. O que é da empresa é seu. Você deveria entender que se deve manter tudo em família — Wilma concordou.
— A Sra. Marques está certíssima.
— É claro. Então você...
— Mas parece que vocês não entenderam. Eu e o Xavier vamos nos divorciar. Depois do divórcio, que tipo de família seremos?
— Como você pode querer se divorciar do Xavier? Você... você não vê sua própria origem e condição? Depois de se divorciar dele, acha que vai encontrar outro partidão como ele?
Serena se levantou e riu.
— Não se preocupe com isso, Sra. Marques.
— Você... você realmente se acha grande coisa, não é? — Wilma finalmente não conseguiu se conter.
— Na verdade, acho que sou incrível.
— Você? Você não é nada! Seu pai era um pobretão que vivia batendo na sua mãe. Sua mãe o matou, é uma assassina, já esteve na cadeia. Seu padrasto é aleijado, seu irmão é um ladrão e você... você é uma mulher rodada!
Serena não pretendia usar a força, mas Wilma claramente a havia provocado. Ela agarrou os cabelos de Wilma e, em meio aos gritos de dor da mulher, a puxou da cadeira e a empurrou com força.

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