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Feliz Aniversário, Meu Amor de Mentira romance Capítulo 35

A ressaca trouxe uma dor de cabeça latejante.

Serena balançou a cabeça várias vezes, tentando clarear a mente. Quando abriu os olhos, viu que estava em uma cama de hotel, mas completamente amarrada...

Ela se assustou e tentou se levantar, mas com as mãos e os pés amarrados, não conseguia se mover.

O que aconteceu na noite anterior?

Ela se lembrava de ter sido arrastada para aquele quarto por um homem, jogada na cama, e depois ele se deitou sobre ela...

Meu Deus! Será que ela tinha sido...

Serena não ousou continuar pensando naquilo. Em pânico, tentou se soltar, mas as amarras não cediam.

— Desgraçado! Você me paga! Eu vou te matar!

Ela gritou, e a raiva a ajudou a se acalmar um pouco.

Olhando para as amarras, viu que eram feitas de lençóis. Provavelmente não estavam muito apertadas. Ela respirou fundo, levou as mãos para trás das costas e, com paciência, começou a desatar os nós.

Levou cerca de quinze minutos, e ela estava suando quando finalmente conseguiu se soltar. Sem tempo para descansar, ela pegou a bolsa no chão, procurou o celular e se preparou para ligar para a polícia.

Mas, nesse momento, ela notou a roupa que vestia: uma camisa branca masculina.

Bem, não tão branca. Havia várias marcas de batom nela.

De repente, uma lembrança surgiu. Ela, puxando a camisa do homem, ordenando que ele a tirasse.

“Este é meu! Meu vestido de princesa! Seu ladrão, tire isso agora!”

Serena sentiu um tique no canto da boca. Essa lembrança era realmente dela?

Era algo que ela seria capaz de fazer?

Mas não adiantava questionar, porque a lembrança seguinte era ainda mais clara.

O homem, extremamente impaciente, tentou afastá-la, mas ela de repente pulou em seus braços e começou a beijá-lo de forma vulgar por toda parte, deixando deliberadamente aquelas marcas de batom em sua camisa branca...

“Ha! Você ainda diz que não é meu vestido de princesa? Olha, estas são as provas!”

Ele se segurou o máximo que pôde, mas acabou ligando para Vagner.

— Aquela mulher, eu não a quero! — ele rosnou.

Houve um longo silêncio do outro lado da linha, e então uma voz contida perguntou:

— Por quê?

— Ela é uma bêbada maluca!

— Ah.

— Nem pense que vou me casar com ela!

— Ah.

— Velho, não tente se fazer de desentendido para me enganar. É bom que você saiba o quão irritado eu estou agora!

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