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Herdeiro Arrependido romance Capítulo 117

Breno estava vigiando a porta o tempo todo. Ao ouvi-lo chamar, entrou rapidamente na sala: — Sr. Valente, o que o senhor deseja?

— Descubra exatamente para onde ela foi.

— A Srta. Aimée foi para Auckland e atualmente está hospedada no hotel XX.

Vico achou que a eficiência de Breno era ótima. Ele riu e elogiou: — Mandou bem. Você conseguiu descobrir isso muito rápido.

Breno sorriu: — Foi porque eu vi no Facebook da Srta. Aimée.

Jonas lançou um olhar mortal em direção a ele: — Ela não deletou você?

Breno: ...

Droga!

Esqueceu que Jonas já tinha sido bloqueado.

— Me dá o celular!

Jonas arrancou o celular da mão de Breno e abriu o Facebook de Aimée. E realmente, a última postagem era: Renascimento.

Hmph, que "nova vida" maravilhosa ela acha que vai ter!

Ela queria largá-lo no passado. Sem chance!

Jonas agarrou o telefone com força, parecendo que iria atirá-lo longe a qualquer momento.

Breno perguntou cautelosamente: — Sr. Valente, então eu devo deletar a Srta. Aimée?

Jonas jogou o celular para ele e respondeu a outra coisa: — Compre as passagens!

Breno olhou para Vico. Ao ver Vico balançar a cabeça, fazendo sinal de que ele não precisava deletar o contato, ele saiu da sala com o coração na mão.

Vico já mal conseguia segurar a risada.

...

Auckland.

Aimée teve um pesadelo.

Ela sonhou que Jonas tentava sufocá-la. Ele olhava para ela como um fantasma, com os dentes cerrados, e gritava: “Você nunca vai se livrar de mim, de jeito nenhum!”

Quando sentiu que ia sufocar, acordou de supetão.

Depois de acordar, vendo que o lugar era estranho, ela finalmente se recompôs.

Aimée foi até a janela e a abriu, sentindo o toque da brisa e a luz do sol.

Ela fechou os olhos, apreciando o momento e relaxando o corpo todo.

Os sanduíches de sua mãe eram uma mistura de oriente e ocidente.

A mãe dela nunca passava maionese no pão, e sim molho de pimenta do Brasil, ou molho geleia.

Aimée deu uma mordida. Com migalhas de pão grudadas nos lábios, ela abriu um sorriso radiante: — Que delícia!

— Olha para você, nem secou o rosto direito.

Helena pegou um lenço de papel e secou o rosto da filha gentilmente.

Aimée ergueu a cabeça e olhou para a mãe, o coração transbordando de felicidade.

De repente, ela se lembrou de uma coisa.

— Mãe, conheci um senhorzinho um tempo atrás, e o Lombo Suíno ao Molho Imperial que ele fazia tinha o sabor idêntico ao seu.

Helena sorriu de forma suave, não achando nada demais naquilo: — Lombo Suíno ao Molho Imperial não se faz sempre do mesmo jeito?

— Até pode ser, mas o gosto era igualzinho ao que você fazia, e o Consommé de Peixe também; ele usava pimenta dedo-de-moça e pimenta-do-reino.

Helena arqueou as sobrancelhas. — Oh?

Isso sim que era uma coincidência.

— Quando eu experimentei, eu fiquei chocada. Pareceu que eu voltei à infância, comendo o seu lombo e a sua sopa de peixe.

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