O Sr. Albano sorriu. — Eu não disse?
Helena falou: — Vamos tomar o café da manhã. Já está quase esfriando, não fiquem só conversando.
Ela serviu uma tigela de mingau para Dona Aurora e outra para Aimée, e quando ia servir para o Sr. Albano, ele logo disse: — Dona Helena, eu me sirvo.
— Ah, é mesmo. — Dona Aurora se lembrou de uma coisa, tirou dois cartões do bolso e os enfiou na mão de Aimée.
Aimée não entendeu.
— Este é um presente meu e do Sr. Benjamin. Ele está na França a negócios e não vai voltar tão cedo, então me pediu para te entregar este cartão.
— Não tem muito dinheiro aqui, é só uma pequena lembrança nossa, você tem que guardar.
Ao ouvir que não havia muito dinheiro, Aimée aceitou com naturalidade. — Obrigada, avó e Sr. Benjamin.
— A Aimée é muito obediente.
Enquanto todos conversavam, Thiago apareceu com o rosto um pouco inchado.
Dona Aurora olhou para ele. — Nossa, de quem você roubou a namorada agora para sair com esse rosto todo machucado?
Thiago sentou-se sorrindo e olhou para Aimée. — Tia, aí a senhora está sendo injusta comigo.
— Qual foi a vez que você apanhou e não foi por causa de mulher? E ainda diz que sou injusta com você.
Disse Dona Aurora, empurrando os ovos cozidos da mesa na direção dele.
Thiago pegou os dois ovos sorrindo e passou os ovos cozidos suavemente sobre o machucado no canto da boca para aliviar a dor.
O cara de ontem tinha batido com muita força, quase arruinou o rosto dele.
Aimée escondeu um sorriso nos lábios e comeu em silêncio.
Mas Thiago de repente perguntou: — Aimée, é a sua primeira vez na Nova Zelândia, tem algum lugar que você queira visitar?
Aimée balançou a cabeça. — Eu ainda preciso entrar em contato com a faculdade.
Ela realmente pretendia estudar lá.
Aprimorar as próprias habilidades não era uma má ideia.
— Ainda falta muito para as aulas começarem, vá passear um pouco com o Thiago. A Nova Zelândia tem muitos pontos turísticos que valem a pena.
Quem falou foi Helena.
Ela sorriu e aconselhou Aimée: — Relaxar um pouco também faz bem.
— Então, mãe, você vem junto?
— Eu não vou. Já morei na Nova Zelândia antes e já estive nesses lugares. Finalmente tenho tempo para ficar com a sua avó, não quero ficar me cansando.
Dona Aurora olhou para ela e concordou.
— Você disse ou não disse para ela que estou esperando no hotel?
O Assistente Breno assentiu. — Eu disse, até aconselhei a senhorita Aimée, mas...
— Mas o quê?
— Mas a senhorita Aimée me excluiu também.
Jonas: ...
Por que ele de repente se sentiu um pouco mais aliviado?
— E você disse a ela qual é o hotel e o número do quarto?
— Disse. Veja. — O Assistente Breno mostrou o celular para ele.
Jonas leu o texto com atenção e viu que ele estava certo. Precisava mostrar a ela que, desta vez, ele estava falando sério!
— Sr. Valente, quer que eu vá falar com a senhorita Aimée de novo?
— Não precisa, ela vai vir.
Ela só estava de cabeça quente agora.
Daqui a dois dias, ela com certeza viria.

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