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Herdeiro Arrependido romance Capítulo 128

O Sr. Albano sorriu. — Eu não disse?

Helena falou: — Vamos tomar o café da manhã. Já está quase esfriando, não fiquem só conversando.

Ela serviu uma tigela de mingau para Dona Aurora e outra para Aimée, e quando ia servir para o Sr. Albano, ele logo disse: — Dona Helena, eu me sirvo.

— Ah, é mesmo. — Dona Aurora se lembrou de uma coisa, tirou dois cartões do bolso e os enfiou na mão de Aimée.

Aimée não entendeu.

— Este é um presente meu e do Sr. Benjamin. Ele está na França a negócios e não vai voltar tão cedo, então me pediu para te entregar este cartão.

— Não tem muito dinheiro aqui, é só uma pequena lembrança nossa, você tem que guardar.

Ao ouvir que não havia muito dinheiro, Aimée aceitou com naturalidade. — Obrigada, avó e Sr. Benjamin.

— A Aimée é muito obediente.

Enquanto todos conversavam, Thiago apareceu com o rosto um pouco inchado.

Dona Aurora olhou para ele. — Nossa, de quem você roubou a namorada agora para sair com esse rosto todo machucado?

Thiago sentou-se sorrindo e olhou para Aimée. — Tia, aí a senhora está sendo injusta comigo.

— Qual foi a vez que você apanhou e não foi por causa de mulher? E ainda diz que sou injusta com você.

Disse Dona Aurora, empurrando os ovos cozidos da mesa na direção dele.

Thiago pegou os dois ovos sorrindo e passou os ovos cozidos suavemente sobre o machucado no canto da boca para aliviar a dor.

O cara de ontem tinha batido com muita força, quase arruinou o rosto dele.

Aimée escondeu um sorriso nos lábios e comeu em silêncio.

Mas Thiago de repente perguntou: — Aimée, é a sua primeira vez na Nova Zelândia, tem algum lugar que você queira visitar?

Aimée balançou a cabeça. — Eu ainda preciso entrar em contato com a faculdade.

Ela realmente pretendia estudar lá.

Aprimorar as próprias habilidades não era uma má ideia.

— Ainda falta muito para as aulas começarem, vá passear um pouco com o Thiago. A Nova Zelândia tem muitos pontos turísticos que valem a pena.

Quem falou foi Helena.

Ela sorriu e aconselhou Aimée: — Relaxar um pouco também faz bem.

— Então, mãe, você vem junto?

— Eu não vou. Já morei na Nova Zelândia antes e já estive nesses lugares. Finalmente tenho tempo para ficar com a sua avó, não quero ficar me cansando.

Dona Aurora olhou para ela e concordou.

— Você disse ou não disse para ela que estou esperando no hotel?

O Assistente Breno assentiu. — Eu disse, até aconselhei a senhorita Aimée, mas...

— Mas o quê?

— Mas a senhorita Aimée me excluiu também.

Jonas: ...

Por que ele de repente se sentiu um pouco mais aliviado?

— E você disse a ela qual é o hotel e o número do quarto?

— Disse. Veja. — O Assistente Breno mostrou o celular para ele.

Jonas leu o texto com atenção e viu que ele estava certo. Precisava mostrar a ela que, desta vez, ele estava falando sério!

— Sr. Valente, quer que eu vá falar com a senhorita Aimée de novo?

— Não precisa, ela vai vir.

Ela só estava de cabeça quente agora.

Daqui a dois dias, ela com certeza viria.

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