Essa era a única crença que o mantinha vivo, como uma mãe poderia não atender?
Por isso, ela escondeu a situação do marido e do sogro, usou seus contatos em segredo e fez questão de trazê-la para cá.
Ela não queria esperar mais!
Estava impaciente para acertar as contas com Aimée.
Dona Mônica sentou-se e deu uma risada fria: — Vou te dar duas opções: ou você se casa com Victor e cuida dele para o resto da vida, ou deixa um braço aqui.
Ela já havia pensado nisso: o resto da vida de Victor estava arruinado, e seria difícil encontrar uma boa esposa.
Já que foi essa mulher quem o deixou assim, era justo que ela fosse responsável pelo resto da vida dele!
— Ouvi direito? Você quer que eu me case com ele? Não tem medo de que eu o envenene?
— O que você acha? Depois que entrar pela porta da Família Hoffman, acha que tudo será do seu jeito?
Ela não apenas colocaria mais pessoas para vigiá-la e torturá-la, como também negaria a Aimée tudo o que a esposa de Victor deveria ter.
Falar em casamento formal era apenas fachada; na realidade, ela seria uma empregada limpando a sujeira de Victor para o resto da vida a fim de expiar seus pecados.
Aimée fechou a expressão: — Não escolho nenhuma das duas!
— Não é você quem decide! — Dona Mônica a encarou, rindo com frieza: — Sei que você está tranquila achando que a Letícia Neves vai aparecer para te salvar, mas tem tanta certeza que ela vai mesmo vir?
Aimée franziu a testa: — O que você fez com ela?
Ela realmente havia mencionado a Hugo Rocha que, caso algo desse errado, enviasse alguém para procurar Letícia.
Dona Mônica riu com desprezo: — Você é só a neta adotiva da Dona Aurora. Você acha mesmo que a Letícia se arriscaria muito por sua causa? Está sendo muito ingênua.
— Eu nem precisei lidar com ela, só precisei explicar as consequências, e ela definitivamente não virá estragar meus planos.
— E quanto a ele...


VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Herdeiro Arrependido