Loucos Por Ela romance Capítulo 28

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Continuação…

Felipe

Estava sentado na sala, esperando todos descerem para o café, enquanto pensava na conversa que tivemos ainda a pouco e em como eu gostaria de poder ter evitado tudo isso, até que voltei à realidade com Ayla, que aliás acabou de chegar, me interrogando.

— Fe, o que faz aqui tão cedo? Aconteceu alguma coisa? — Perguntou e vi Allana apontar no topo da escada junto com minha outra irmã.

— Sim, mas depois a Kate te explica! Já tomou café?

— Ainda não! Vou me trocar e já desço.

— Ok! E vê se para de dormir fora de casa! —

Ela fez-se de desentendida e subiu correndo e as três se cumprimentaram.

— Onde estão nossos pais? — Kate indagou e eu respondi ao ver os dois saindo do escritório.

— Aí vem eles…

Fomos para a mesa e esperamos que Ayla se juntasse a nós e assim que ela sentou-se, começamos a nos alimentar. Allana quase não comeu, e assim que todos terminaram ela quis ir embora.

— Elisa, Humberto, obrigada por terem me recebido em sua casa e mais uma vez, perdoem-me por ter lhes incomodado com meus problemas. — Ela aparentava estar constrangida e minha mãe tentou deixá-la mais à vontade.

— Minha linda, já disse para não se preocupar com isso e espero que consiga resolver tudo. Se precisar de nós, estaremos aqui! — Elas se abraçaram e meu pai reforçou.

— Não se envergonhe nem se desculpe, você é apenas uma vítima nessa história e não tem culpa nenhuma! Espero que fique tudo bem, mas se precisar de qualquer coisa a qualquer hora, não hesite em nos procurar. Veja em nós, a sua família, mas repense a decisão de ocultar de seu sangue! — Ele beijou o topo de sua cabeça e ela assentiu.

— Muito obrigada, de verdade! — Forçou um sorriso e em seguida abraçou Kate. — Amiga, ainda bem que conheci você! Obrigada!

— Aí desse jeito eu vou chorar… — A voz de Kate tremeu e todos rimos. — Se cuida, tá? Te deixo em boa mãos! — Minha irmã sorriu e olhou para mim.

— Então vamos? — Convidei e Allana concordou, então me despedi de todos e saímos.

Fomos para a garagem e entramos no carro e ao passar pelo jardim, Ayla, que estava ao telefone acenou para nós e eu buzinei, então seguimos para o Soter em silêncio durante o percurso todo. Chegamos e ela conversou com o porteiro para proibir a entrada de Igor no prédio, o mesmo tentou alegar que ele sempre vai ao meu apartamento, mas eu afirmei que era para fazer o que ela havia dito e seguimos para o estacionamento.

— Parece que aqui ele não está… — Comentou ao ver que só uma de suas vagas estava ocupada por seu carro.

— Ao que tudo indica, não! Mas todo cuidado é pouco.

— Sim, você tem razão.

— Já sabe qual chaveiro chamar? — Perguntei ao entrarmos no elevador.

— Ainda não… vou pesquisar com calma.

— Se quiser posso te ajudar com isso… o rapaz que faz a manutenção das fechaduras da empresa é muito eficiente.

— Seria ótimo, mas não quero te atrapalhar mais! Você tem que trabalhar.

— Esqueceu que eu sou um dos donos? Além disso, você não me atrapalha nunca! — A encarei e sorrimos. — Então está decidido e não se fala mais nisso!

O clima "leve" durou só até chegarmos ao 5 andar. Caminhamos até seu apartamento e ela abriu a porta.

— Espera aqui! Vou olhar tudo primeiro. — Ela confirmou, mexendo a cabeça e eu entrei.

Verifiquei cada cômodo com muita atenção para ter certeza de que ele não estava, e quando finalmente me certifiquei, voltei para tranquilizá-la.

— Pode entrar sem medo… não tem nem sinal dele aqui! — Ela respirou aliviada.

— Graças a Deus!

Nesse momento eu daria tudo para ter salvo o número do chaveiro em meu celular só para não ter que me afastar dela nem por um segundo, mas como nunca sou eu quem liga diretamente para ele, o cartão de visita está em meu quarto e eu vou ter que ir buscá-lo.

— Allana, eu vou subir para pegar o cartão do chaveiro e já volto!

— Está bem! — Esperei que ela fechasse a porta e voltei para o elevador.

Assim que peguei o cartão, fechei tudo e estava saindo quando Caio me ligou:

— Bom dia, irmão! Pode falar!

— Bom dia, princesa! Perdeu a hora? — Ele não perde a piada.

— Não, eu estou resolvendo algumas coisas.

— Que coisas são essas que te fizeram não vir trabalhar? Estou precisando que você assine alguns documentos para liberar a exportação dos novos aparelhos.

— Isso não pode esperar até amanhã? — Indaguei, na esperança que a resposta fosse sim.

— Não! Amanhã já precisa estar nos EUA.

"Mas que pørra!

— Já estou indo aí.

Desliguei e fui rapidamente pegar meu carro. Por sorte não é mais horário de pico e o movimento das vias já diminuiu, então em poucos minutos cheguei na empresa e fui direto até a sala de Caio.

— Onde estão os documentos? — Perguntei ao entrar no escritório e ele ergueu os papéis, então fui até a mesa e comecei a assinar.

— Por que está com tanta pressa?

— Allana teve um problema com Igor ontem e eu estou com medo de deixá-la sozinha. — O encarei enquanto entregava a caneta em sua mão e ele mexeu a cabeça em negação.

— De novo Allana tirando a sua concentração, mano?

— Não fala o que você não sabe! A coisa é séria!

— Afirmei e pude ver a curiosidade em seu rosto.

— O que aconteceu?

— O Igor perdeu a cabeça, irmão! Tentou enforcá-la ontem… ela está com o pescoço cheio de marcas. — Ele não conteve sua indignação.

— Eu não acredito nisso! Como assim? Igor só pode estar fora de seu juízo!

— Pois é… por isso não quero deixá-la sozinha. — Ele concordou.

— Nem deve, cara! Se eu soubesse teria pedido para alguém levar os documentos até você… foi mal, irmão!

— Não se preocupe, você não tinha como saber! Agora vou indo… já me ausentei por tempo demais. Ele está com uma das chaves do apartamento dela e por mais que Allana tenha proibido a entrada dele no edifício, é perigoso.

— Isso, vai logo então… qualquer coisa, me liga!

— Valeu irmão.

Voltei para o edifício e ao chegar em meu destino, notei que a porta do apartamento dela estava somente encostada e ao ver aquele desgraçadø em cima dela feito um animal, a pressionando contra a parede, enquanto ela implorava e se debatia, implorando que ele a soltasse, não pensei duas vezes e o puxei acertando um soco em seu olho.

— SOLTA ELA IMBËCIL!!!

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