Felipe tinha voltado do exterior e era mais mente aberta. Agora que estava se divertindo, perguntava qualquer coisa.
Isabella sorriu: — O desempenho do Arthur no trabalho é evidente para todos. Claro que ele é bom!
Ela mudou de assunto de forma muito inteligente.
Felipe hesitou por um momento e riu: — Tudo bem, tudo bem. Vou considerar que você quis dizer outra coisa.
Isabella sorriu sem dizer nada e olhou para Bento e os outros: — Bento, o que vocês vão perguntar?
Bento sentiu vagamente uma repulsa e um nojo especial ao encarar Isabella.
Fosse qual fosse o motivo ou a razão, Alana, a esposa legítima, pelo menos ainda estava ali, e ela...
Ele queria ir embora, mas Alana ainda estava ali.
— Ninguém disse que não dá para desistir. Não vou perguntar nada. Eu desisto e bebo uma taça como punição — disse Bento, e bebeu o vinho de uma taça.
Lorenzo também sorriu, simplesmente não querendo colocar Isabella em uma situação difícil: — Eu também desisto e bebo uma taça. Quem teria coragem de dizer algo para a queridinha do Arthur?
Dante naturalmente também bebeu uma taça como punição.
Isabella, aproveitando a sensação de segurança trazida pela proteção de Arthur, estava prestes a se sentar.
Camila de repente puxou Alana para cima: — A nossa Alana tem uma pergunta a fazer!
Todos os olhares se voltaram para Alana.
Havia zombaria, desdém, pessoas achando que Alana estava procurando confusão de propósito, e até Felipe pensou...
Por que a Alana estava agindo de forma tão estranha, parecendo implicar com a Isabella?
Apenas Bento parecia ter entendido Alana. Havia pena em seus olhos. Ele tinha certeza de que Alana ainda não havia superado aquele relacionamento.

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