Alana suspirou, pensando que não deveria ter trazido Camila.
No segundo seguinte, o ponteiro da roleta parou nela.
Quem ganhava a rodada anterior tinha o direito de girar novamente. Arthur, desta vez, girou direto para Alana...
Camila não pôde deixar de perguntar: — Que coincidência. Será que o Sr. Campos estava querendo implicar com você de propósito para vingar a Isabella?
Se Alana perdesse, como Isabella e os seus bajuladores iriam dificultar a vida dela?
— Alana, me desculpe. Eu te causei problemas? O Sr. Campos consegue controlar os pontos. Ele com certeza vai fazer você perder e depois deixar todo mundo dificultar a sua vida... — Camila agora estava com medo.
Ela não deveria ter sido tão impulsiva.
Alana deu um tapinha na mão de Camila. Olhando para os dados entregues à sua frente, ouviu Arthur dizer: — Você primeiro.
Alana não sabia jogar aquilo de jeito nenhum.
Os outros estavam com cara de quem queria ver o circo armado.
Bento franziu a testa olhando para Alana. Ele não era cego para não perceber que a agressividade dela de agora há pouco era ciúmes...
Os dados foram agitados. Alana não abriu e olhou para Arthur.
Arthur não olhou para Alana, apenas agitou o copo de dados casualmente e abriu o seu.
Felipe: — Seis, seis, seis, triplo! Veterano, você é incrível!
Agora, todos olhavam para Alana.
Era impossível ela ganhar.
A menos que ela também tirasse o número máximo como Arthur, o que daria apenas um empate.
E, com uma situação tão óbvia, qualquer um podia ver que Arthur estava se vingando por Isabella...
Alana olhou para Arthur.
Ele a olhava com indiferença. Sob a luz ambígua, havia uma expressão indecifrável em seus olhos.
— Abra. Não tem coragem? — Dante perguntou.

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