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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 180

POV/ Adrian

Quando a fodi no sofá com uma fúria que a deixou exausta, de bruços, com as pernas abertas e a pele marcada pelos meus t***s, tive a certeza de que aquela era a visão mais linda que já vi na vida. Ali estava o meu império.

A banhei e cuidei dela com uma adoração silenciosa. Ela era minha obra-prima. Sentir a intimidade dela apertando meu membro compulsivamente foi como estar no paraíso. Fazê-la sentir todo aquele tesão, aquela paixão que a fazia perder o ar, foi a maior vitória da minha vida. Eu venci. Ela pode me odiar agora, mas o corpo dela nunca vai esquecer que eu sou o único dono dele.

Quando a verdade finalmente caiu sobre nós no quarto, vi a tristeza profunda nos olhos da Clara, e aquilo foi como um tiro no meu peito. Mas quando ela gritou que me odiava, eu perdi o resto de humanidade que ainda me sobrava. Perdi o controle. Agi como um animal acuado que só conhece uma forma de manter sua presa: a força.

Eu precisava saber se o ódio dela era real ou se era apenas a mente dela tentando lutar contra o que o corpo já sabia. Passei a mão por entre as pernas dela, preparado para ir embora se encontrasse deserto, mas o que senti foi o oposto. Ela estava encharcada. Meu pau, que parecia nunca amolecer perto dela, latejou com uma violência renovada. Parece que, quando o assunto é a Clara, eu vivo em um estado de prontidão constante, pronto para invadi-la a qualquer segundo.

Fodi-a com força, ignorando seus protestos verbais porque o corpo dela me dava todas as permissões que eu precisava. Foi a maior batalha da minha vida: a razão dela contra o meu instinto. Usei cada grama da minha força para silenciar a raiva dela com prazer bruto. No momento em que ela se rendeu ao clímax, eu soube que tinha vencido.

Para selar a conquista, não gozei dentro. Retirei-me e despejei minha essência sobre a pele dela, marcando-a fisicamente como o topo da minha lista de prioridades. Top 1 em sabor, top 1 em visão, top 1 em tudo o que importa no meu mundo.

— Eu te marquei — sussurrei, vendo-a estática sob o meu domínio.

Saí daquele quarto sentindo o peso do mundo. Cada soluço dela que atravessava a porta cortava o meu peito como uma lâmina afiada. Doeu vê-la chorar daquele jeito, mas meu egoísmo falava mais alto. Sou obsessivo demais, possessivo demais para deixá-la ir. Eu sei que, mais cedo ou mais tarde, ela vai aceitar que o seu lugar é sob as minhas mãos.

Eu a deixaria na solidão daquele quarto para que ela processasse a verdade, mas principalmente para que sentisse a falta excruciante do meu toque. Limpei os vestígios da nossa noite. Lavei a banheira, organizei a sala e deixei o apartamento impecável. Fiquei do lado de fora do apartamento, encostado na parede, esperando a Isadora chegar. Eu não podia entrar novamente. Sabia que, se cruzasse aquela porta e a visse vulnerável daquele jeito, eu arrombaria qualquer barreira e teríamos a quinta rodada ali mesmo, até que ela não tivesse mais fôlego para dizer que me odeia.

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