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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 169

POV/ CLARA

Adrian não perdeu um segundo. Ele me puxou pela cintura com uma força bruta, me fazendo sentar em seu colo de uma vez. Minhas pernas envolveram os quadris largos dele instantaneamente. Senti o volume rígido dele pressionando contra mim, e minha camisola de seda subiu completamente, deixando minhas coxas e a minha calcinha minúscula expostas ao olhar faminto do Imperador.

Ele começou pelo meu pescoço, depositando beijos castos e úmidos na linha da minha mandíbula, subindo até o lóbulo da minha orelha. Senti os dentes dele roçarem ali, e um gemido involuntário escapou da minha boca, morrendo contra a pele dele. Eu não deveria estar gostando tanto. Eu deveria estar lutando, mas o toque dele era um vício que eu não conseguia largar.

As mãos dele percorreram minhas coxas, subindo com uma pressão lenta que me fazia arquear as costas. Ele colocou as duas mãos embaixo da minha bunda e me puxou para mais perto, forçando meu corpo para baixo para roçar no dele. Senti a rigidez dele através da calça de moletom, e a umidade na minha calcinha se intensificou, deixando o tecido grudado na minha pele.

Com os dedos trêmulos, alcancei a barra da camisa. Eu precisava sentir o que estava por baixo.

— O que está fazendo? — ele murmurou, a respiração quente contra o meu lábio. — Eu não deixei você tocar em mim.

— Eu que mando aqui. — rebati, puxando o tecido para cima. — Esqueceu as regras, babá?

Ele soltou um riso rouco e levantou os braços, permitindo que eu tirasse a regata. No momento em que a luz da TV bateu no ombro dele, meu coração parou. A cicatriz estava lá. Um círculo irregular, ainda avermelhado e inchado, marcando a pele.

Passei a ponta dos dedos sobre o relevo da ferida. Era real. Ele realmente tinha se colocado na frente de uma bala por mim.

— Dói? — perguntei baixinho.

— Não dói mais — ele respondeu, os olhos fixos nos meus. — A única coisa que dói é a distância entre nós.

Eu me inclinei e depositei um beijo suave, quase um selinho, sobre exatamente a cicatriz. Encostei minha testa no peito dele, ouvindo as batidas frenéticas do seu coração.

— Me desculpa... — sussurrei contra a pele dele. — Me desculpa por tudo.

Adrian segurou meu queixo, forçando-me a olhá-lo. O polegar dele traçou o contorno dos meus lábios antes de ele se inclinar.

— Você não tem que se desculpar por nada, Clara. Eu sou o único que deve perdão aqui. Mas tem uma coisa que você nunca pode duvidar: eu amo você. E você vai ser minha esposa. Não importa quanto tempo leve.

Eu ri entre os lábios dele, uma risada nervosa e carregada de desejo. Ele me acompanhou, um riso baixo e rouco, e nos beijamos assim — um beijo misturado com sorrisos, com gosto de vinho e de uma promessa perigosa. Ele cochichou palavras de adoração colado na minha boca, promessas de que eu era a única, enquanto suas mãos massageavam minhas costas com uma possessividade que me deixava em transe.

A música já tinha se perdido no silêncio da sala há muito tempo, mas eu não percebi. O único som que preenchia meus ouvidos era a respiração pesada do Adrian e o som úmido dos nossos beijos. Eu me esfregava nele com força, sentindo a rigidez por baixo do moletom me levando à loucura. Eu precisava daquele preenchimento; precisava apagar as feridas da alma com o prazer bruto do corpo.

Minhas mãos desceram para o cordão da calça dele, tateando com urgência. Adrian, em um último reflexo de proteção, segurou meus pulsos.

— Não... — ele arquejou, a voz falhando. — Clara, agora não. Você ainda, está frágil as suas costelas ainda não se curaram completamente...

— Cala a boca — interrompi. Minha voz saiu carregada de uma autoridade que eu não sabia que possuía. — Eu que estou te usando agora, Adrian. Eu decido quando paramos.

Ele soltou uma risada e passou a língua nos lábios.

— Deixa eu sentir seu gosto. Por favor.

Eu ri, um som de puro triunfo. Tirei minha calcinha de renda, que já estava ensopada, levantei e apoiei uma das pernas no braço do sofá, abrindo-me completamente para ele. Adrian inclinou a cabeça para trás e com a boca buscando o meu centro com uma fome desesperada.

O primeiro toque da língua dele foi um choque elétrico. Ele começou devagar, traçando o caminho pelos meus lábios grandes, subindo para os pequenos, saboreando cada gota da minha umidade. Eu estava muito babada, o brilho da minha própria luxúria cobrindo a boca dele enquanto ele trabalhava.

— Mais... — eu gemi, jogando a cabeça para trás enquanto eu friccionava na boca dele ia para frente e para trás, guiando o ritmo, mas não era o suficiente. Enrosquei meus dedos no cabelo dele, na nuca, e forcei a cabeça dele contra mim, pressionando a boca dele com força na minha vulva. Queria que ele bebesse tudo, que ele se afogasse em mim como eu quase me afoguei naquele tanque.

Adrian usava a língua com uma precisão que me fazia ver estrelas, sugando meu clitóris enquanto o nariz dele roçava na minha pele quente. Eu sentia os pulsos dele forçando a fita atrás das costas, o desejo de me agarrar lutando contra a regra que impus. Ele estava preso, mas era ele quem estava me levando ao paraíso.

A pressão da boca dele no meu clitóris era tão intensa que o mundo ao meu redor começou a se dissolver em flashes de cor e estática. Eu mal registrei quando senti as mãos dele que deveriam estar presas apertando minha bunda com uma força possessiva, puxando-me para mais perto, querendo que minha vulva aberta se fundisse a boca a dele.

— Põe a língua para fora — ordenei, a voz falhando, tentando recuperar as rédeas do jogo.

Adrian obedeceu imediatamente. Ele me olhava de baixo, os olhos brilhando com uma submissão perigosa. Eu me movi sobre ele, descendo e subindo, deixando que a língua dele traçasse o caminho da minha loucura. Eu estava no limite, o prazer era uma dor aguda e deliciosa.

Ajoelhei-me sobre ele, sentindo a rigidez pulsante do seu membro implorando para me rasgar ao meio. Lentamente, eu me guiei, sentindo a cabeça dele pressionar minha entrada. No momento em que ele me preencheu de uma vez, soltei um suspiro longo, quase um grito. Doeu; um ardor de quem não era tocada com aquela voracidade há muito tempo, mas logo a dor foi engolida por uma sensação de completude avassaladora. Era como se a parte que faltava em mim tivesse finalmente voltado para casa.

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