Entrar Via

O CEO da Máfia que me Odeia - Um acordo perigoso romance Capítulo 16

Capítulo 17

Richard Brown

A porra da água gelada não adiantou merda nenhuma.

Bati as duas mãos na parede do box, respirando rápido. O corte na costela ardia pra caralho, mas eu merecia aquela dor. Merecia por ter sido idiota o suficiente de deixar aquela mulher me deixar daquele jeito — duro, sangrando e com o pau latejando de tesão não resolvido.

Aquela desgraçada me dispensou.

Depois de gemer na minha boca, depois de apertar meu pau como se fosse arrancar da calça, ela simplesmente disse não. Como se eu fosse um qualquer. Como se eu não fosse o homem que agora controla a porra da vida dela.

Passei a mão com raiva pelo cabelo molhado e desliguei o chuveiro com um movimento brusco.

Peguei a toalha e sequei o corpo com tanta força que a ferida voltou a sangrar. Enfaixei o corte de qualquer jeito, vesti uma camisa preta e uma calça social. Tentei dar o nó na gravata, mas meus dedos estavam rígidos de raiva. Arranquei aquela merda e joguei contra a parede.

Que se foda.

Desci as escadas pisando forte, quase desejando que alguém me irritasse só para ter uma desculpa para quebrar alguma coisa.

Quase trombei com Elena no corredor. A bandeja balançou nas mãos dela.

— Cuidado, porra! — rosnei.

— Desculpe, senhor Brown. A senhora Sofia pediu que eu trouxesse seu café da manhã pessoalmente. Parei. Meu maxilar travou com tanta força que senti os dentes rangerem.

— Ela pediu? — perguntei, a voz baixa e perigosa. Será que a diaba estava arrependida?

— Sim, senhor. Disse que são suas torradas com geleia preferidas… — Respirei com força, apertando os dedos nas mãos ao ouvir aquilo. Ela só poderia estar brincando.

Elena ergueu a tampa prateada com cautela.

Quatro torradas perfeitamente douradas. Três potes de geleia brilhante. Um copo de suco de laranja.

Senti o sangue subir tão rápido que minha visão ficou turva por um segundo. Cerrei os punhos ao lado do corpo.

— Eu odeio torradas — falei, a voz baixa e cortante. — E odeio geleia ainda mais. Tire essa merda da minha frente antes que eu jogue tudo no chão.

Elena empalideceu e desapareceu pelo corredor sem dizer mais uma palavra.

Sofia lembrava exatamente do que eu tinha dito antes sobre odiar torradas. Estava rindo da minha cara, me provocando. E o pior é que estava conseguindo me tirar do sério.

Entrei na sala de jantar. A mesa estava posta apenas para uma pessoa, e ela não estava lá.

Meu sangue ferveu ainda mais. Saí para o jardim lateral e encontrei dois seguranças.

— Cadê a Sofia?

Os dois trocaram um olhar rápido, desconfortáveis.

— A senhora Brown já saiu para a empresa, senhor. Foi com outro carro.

Eu ri. Um riso seco, sem humor nenhum.

— Como assim saiu, caralho? Eu disse que ia levá-la.

Um deles engoliu em seco.

— Ela insistiu que precisava chegar mais cedo… não quisemos contrariá-la.

Dei um passo à frente. Os dois recuaram ao mesmo tempo. Meti um soco na cara de cada um.

— Vocês não quiseram contrariá-la? — repeti, a voz baixa e letal. — Desde quando vocês pensam, seus inúteis? Se ela desaparecer, eu enterro os dois antes de começar a procurar o corpo.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: O CEO da Máfia que me Odeia - Um acordo perigoso