Os primeiros raios de sol da manhã filtravam-se suavemente pelas frestas da cortina de seda, iluminando o quarto luxuoso. Ao despertar, Enzo Mancini virou-se de lado e fixou os olhos na figura ao seu lado. Antonella dormia serenamente, com as mechas castanhas de seus cabelos espalhados de forma deliciosamente bagunçado pelo travesseiro de cetim. Diante daquela cena, as memórias da noite anterior invadiram a mente de Enzo em flashes vívidos, fazendo com que uma onda de calor familiar e intensa percorresse seu corpo.
Segundos depois, como se sentisse a intensidade do olhar dele, Antonella abriu os olhos lentamente. Ao focar no rosto do amado, um sorriso vasto e genuíno iluminou suas feições. Enzo não resistiu; inclinou-se e a puxou para um beijo calmo de bom-dia, que rapidamente evoluiu. O toque de seus lábios tornou-se avassalador, ditando um ritmo urgente que acendeu a atmosfera do quarto.
Antonella sentia o corpo levemente dolorido, um reflexo doce da noite intensa que haviam compartilhado. No entanto, sua mente e seu corpo eram incapazes de resistir aos toques firmes e possessivos de Enzo. Cada carícia dele parecia apagar qualquer hesitação. Quando deu por si, a razão havia cedido espaço ao desejo, e eles já estavam se entregando um ao outro novamente, perdidos em um ritmo frenético.
Quase duas horas mais tarde, Enzo finalmente a soltou, deitando-se ao seu lado com um suspiro de profunda satisfação.
Enquanto recuperava o fôlego, Antonella olhava para o teto, perdida em pensamentos. A ideia de acordar assim e poder estar com ele todos os dias era quase tentadora demais, um sonho transformado em realidade. A única "desvantagem", se é que se podia chamar assim, era que Enzo Mancini possuía um apetite sexual incrivelmente insaciável, capaz de testar todos os limites da resistência dela.
Quebrando o silêncio confortável que se instalou no quarto, Enzo sentou-se na borda da cama, olhou-a por cima do ombro e disse com a voz ainda rouca:
— Vamos tomar banho juntos.
Antonella olhou para ele com malícia, e assim que os pés de ambos tocaram o piso aquecido do banheiro principal, Enzo a puxou pela cintura sob a água morna, colando seus corpos. O beijo dele foi imediato, faminto. Sob o fluxo da água, eles começaram a se mover lentamente um contra o outro. Antonella, sentindo suas forças esvaírem e os joelhos fraquejarem diante da intensidade do momento, envolveu o pescoço dele com os braços, buscando apoio. O corpo alto e atlético de Enzo permaneceu tão firme e inabalável como uma rocha, enquanto uma de suas mãos descia em uma carícia firme pelo quadril dela, moldando-a contra si.
Quando ele finalmente quebrou o contato físico para fechar o registro, Antonella quase soltou um choramigo manhoso pela perda repentina do calor de sua pele, mas mordeu o lábio inferior e conseguiu se conter a tempo.
Após o demorado banho, enquanto se secavam, Enzo a encarou. Seus olhos castanhos estavam ligeiramente desfocados, carregando aquela névoa pós-intimidade que o deixava ainda mais atraente.
— Vamos tomar o café da manhã.
Ele sugeriu, com um meio sorriso.
— Que bom.
Antonella respondeu, tentando recuperar a pose enquanto ajeitava o roupão.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O CEO Italiano e a Brasileira