Entrar Via

O CEO Italiano e a Brasileira romance Capítulo 226

— P-por que... por que a gente tá nesse quarto?

Gaguejou ela, dando um passo trôpego para trás e tentando puxar as mãos.

— Você bebeu como se não houvesse amanhã.

Explicou Nicola, suspirando.

— Quando a festa acabou, você mal conseguia parar em pé. Eu me ofereci para te levar de carro, mas a tempestade inundou as avenidas principais em questão de minutos. Ficamos presos no trânsito. O único lugar seguro por perto era o meu apartamento.

Ele não a soltou de imediato. Ficou ali, parado, falando bem perto dela. Juliana, num transe absoluto provocada pela mistura perigosa de ressaca com atração fatal, ficou encarando a boca dele. A linha desenhada dos lábios, o peito ainda meio molhado pela água do banho... Por um segundo, a cabeça dela viajou. "E se...?" Os lábios dela se entreabriram.

Então, como se percebesse o curto-circuito mental da funcionária, Nicola recuou abruptamente, soltando-a.

— Perdão por te segurar assim.

Disse ele, voltando ao tom profissional e quase sem flexão na voz.

— Você e eu... quero dizer... nós...

Juliana apontou de forma atrapalhada para ele e depois para si mesma.

— A gente... tipo... fez aquilo?

Nicola ergueu uma sobrancelha, visivelmente surpreso com a insinuação, e deu uma leve risada contida.

— Calma, Juliana. Não aconteceu absolutamente nada entre nós, eu juro! Eu posso ter meus defeitos, mas jamais seria um canalha de tentar qualquer coisa com você naquele estado deplorável. Você literalmente dormiu abraçada com um travesseiro ressonando feito um trator.

Um suspiro de alívio colossal saiu do peito de Juliana, embora, lá no fundo,bem no fundo do seu subconsciente romântico e secreto, uma pontinha idiota de orgulho ferido tenha resmungado.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: O CEO Italiano e a Brasileira