Entrar Via

O homem errado é meu par perfeito (Livro 4 da série Príncipes que amamos) romance Capítulo 4

— Irá postar que hoje é o dia de perder sua virgindade? — perguntou, rindo.

— Acha que devo colocar na legenda #partiu-perder-a-virgindade ou #partiu-descobrir-o-que-é-um-orgasmo?

— Acha mesmo que terá um orgasmo na sua primeira vez?

— Por que não? Eu acho que sim.

— Praticamente impossível.

Enruguei a testa, apreensiva. Como assim?

Minha mãe parou na porta, vestida de forma magnífica para um jantar que tinha com meu pai e alguns políticos de um país vizinho que haviam vindo conhecer Alpemburg.

— Vai sair? — Me olhou.

— Sim. Odette e eu vamos passear um pouco.

— Onde?

— Num lugar seguro.

Ela olhou para Odette:

— Confio em você.

— Claro, Majestade! — Odette sorriu, sem jeito.

— E em mim? — perguntei de imediato.

— Também. — Ela fez uma careta e depois sorriu, dando-me um beijo. — Voltaremos tarde. Não saia sem seguranças.

— Eu não faria isso. — Sorri, debochadamente.

Antes que ela se fosse para o tal jantar, perguntei:

— Mãe, é impossível gozar na primeira vez?

Satini D’Auvergne Bretonne pensou um pouco antes de responder:

— Eu gozei.

Sorri, satisfeita com a resposta dela. Ela deu um passo e voltou:

— Mas o homem era seu pai. Ele é perfeito, em todos os sentidos! Então, se você encontrar um homem que a faça gozar na primeira vez, não o deixe ir embora! — Piscou.

Olhei para Odette e pus a língua:

— O seu não era o homem certo!

— Isso quer dizer que Max é o homem certo se a fizer gozar?

— Não... Não é para tanto. — Ri, puxando-a para fora do quarto antes que não saíssemos dali nunca mais enquanto ela buscava explicações, como sempre.

Assim que cheguei no carro, Max estava no volante. Não era sempre que ele dirigia, mas quando eu pedia, costumava o fazer. Estava de terno, conforme as normas da realeza exigiam, e absolutamente lindo. Sentei no banco da frente, ocupando o lugar que geralmente era de Odette.

Odette foi no banco de trás. Outro carro nos acompanhou até o parque, que estava fechado. Como eu era a princesa de Alpemburg, claro que foi aberto especialmente para mim e meus amigos naquela noite.

O carro em que o motorista levava outros dois seguranças por sorte estacionou e ficou na entrada do parque. Não se atreveriam a nos seguir o tempo todo.

— Trouxe o que eu pedi? — Olhei para Odette, que não tinha nada nas mãos.

— Não, Alteza. Deixei tudo pronto... Na beira do lago.

Caminhei alguns passos e reclamei:

— Max, vamos de carro. Meus pés estão doloridos. Não vou aguentar caminhar até o lago.

Capítulo 4 1

Capítulo 4 2

Verify captcha to read the content.VERIFYCAPTCHA_LABEL

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: O homem errado é meu par perfeito (Livro 4 da série Príncipes que amamos)