O ʟᴇɪʟᴀ̃ᴏ romance Capítulo 149

" Otimismo é esperar pelo melhor. Confiança é saber lidar com o pior. "

• 14:00 PM – PROVÍNCIA BARI •

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Resolvemos conversar na mesa do almoço enquanto as mulheres da casa se reuniram no quarto com Alessa, exceto Emilia e Sandra, que cozinham sem parar, devido o número de seguranças haver dobrado. Ainda estávamos estudando a melhor forma de conseguir capturar o Ivo, quando o telefone do Dimitri tocou.

— É o Vittorio! — Ficamos todos em silêncio e Durval deu permissão para que ele aceitasse a chamada.

Atendeu em seguida ativou o viva voz para que todos pudessem compreender perfeitamente o que Vittorio desejava, e fiquei espantado em como ele delatou o próprio comparsa nos dando de bandeja a cabeça do Ivo. Ângelo se levantou, escreveu algo no seu telefone e entregou para Dimitri ler.

Durante à conversa pude compreender, querer, informações sobre o paradeiro do Vittorio para saber se estaria junto ao Ivo, assim sendo mataríamos dois coelhos com uma machadada só. Sinto que Vittorio esconde algo, e me deu um frio na espinha só de pensar que o desgraçado possa estar armando para a gente. Assim que finalizou a ligação, recebeu uma foto do Ivo dormindo.

— Era ele mesmo chefe, usava essa roupa aí no vídeo. — Andrea informou.

— Quem vai buscá-lo? — Perguntei curioso.

— Eu, e meus irmãos patrão... o trabalho será feito na Toscana, não darei o prazer do carcamano viajar! Sua vida miserável será encerrada lá mesmo. — Ângelo garantiu.

— Vou contigo! Durval, você fica! Cuide da minha família. — Meu pai avisou e segui para perto dele.

— Pai! Fique, elas precisam da gente, ele será morto, confio em Ângelo! — Pedi pensando em Alessandra preocupada, e de quebra Lexie curiosa querendo saber onde ele está.

Aceitou meu pedido, e isso me tranquilizou muito, já que nesse momento devemos pensar em como Lexie ficou abalada com sua presença. O filho da puta fez algo com minha irmã.

— Ainda não sabemos o que realmente fez com ela, e nos preocupa demais estarmos no escuro quanto a isso, sua presença desencadeou algo em sua memória que a deixou daquele jeito! Desde que chegaram, por cautela não perguntamos como foi estar em cativeiro, pai? E se ele... — me calei pensando no pior — Elas precisam totalmente do nosso apoio, para se sentirem seguras!

— Patrão! — olhei para Ângelo com a cara vermelha que julgo ser de ódio —... Acha mesmo que ele abusou da pequena?

— Infelizmente não sabemos! — meu pai informou alisando o rosto — Dom, tenho que ir, preciso vê-lo ser morto!

— Não, você não tem que ir a lugar algum! Ficará aqui pai, está decidido! Vocês podem se preparar para irem à Toscana. — Declarei vendo quase todos saírem porque Ângelo e Durval permaneceram.

— Patrão! Olha para mim! — com um olhar perdido, meu pai encarou Ângelo — Tens minha palavra que vou matá-lo!

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