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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 101

Liz

Quando o carro estaciona no prédio, não espero por ele, já saio e vou direto para o elevador.

Queria manter distância, queria correr para o meu quarto.

_ Não vai me esperar? — ele diz, vendo eu ir para o elevador. Quando a porta vai se fechar, ele impede com o pé. — Vai fugir mesmo de mim?

_ Bryan, eu só quero dormir, até isso vai tirar de mim? — digo, chateada.

Seus olhos escurecem, um olhar que não consigo decifrar.

A porta se abre e saio sem olhar para trás. Sigo para o meu quarto e sinto ele atrás de mim, aumentando ainda mais o meu medo.

_ Não vai querer de volta? — diz, olhando a calcinha em sua mão. Ele sorri, me provocando, me lembrando que passei a noite toda sem ela.

_ Jogue fora — digo, e ele se aproxima, me puxando para ele.

_ Como poderia jogar algo seu fora? — diz, me colocando em seu colo e me carregando.

_ Me coloca no chão, aqui não é meu quarto — digo, brava ao ver ele me levando para o quarto dele.

_ Hoje você vai dormir aqui comigo.

_ Não quero, amanhã trabalho.

_ Já enviei uma mensagem dizendo que amanhã você não vai trabalhar — ele diz, me deixando ainda mais brava.

_ Por que acha que tem que me controlar assim? Eu te odeio... te odeio... — digo, socando ele, que estava em cima de mim.

_ Tem certeza que isso é ódio mesmo? — diz, sorrindo, tocando em meu corpo. Seu toque acende o desejo em mim, me traindo.

_ Para... não quero fazer isso hoje — digo, mas ele continua.

_ Você é minha, minha Liz — então domina meus lábios. No começo não correspondo, mas depois já estou correspondendo a ele. Sua mão sobe meu vestido, enquanto a outra se livra da roupa.

Sinto sua ereção, ele não espera. Sem que eu perceba, minhas pernas já estão em sua cintura.

Ele entra de um jeito forte. Eu já estava úmida pelas provocações anteriores. Bryan me penetra, entrando e saindo com força. Uma de suas mãos procura meu seio, apertando e provocando. Por mais que eu tente me segurar, não aguento e gemo. Meu corpo me trai, só com seu toque eu tremia.

_ Liz, você é minha, você entendeu? — ele diz, me virando de quatro e me tomando com mais intensidade. Minha bunda empinada para ele, então com uma mão começa a dar palmadas. — Diga que é minha... diga! — b**e até eu falar.

_ Sou sua — digo, sentindo arder, mas não era dor. As palmadas me provocavam de um jeito que não consigo explicar. Enquanto ele se movimentava em mim, eu gemia, sentia que meu corpo não aguentaria mais, que estava chegando ao clímax...

_ Não aguento mais... — digo, trêmula.

Ele então acelera até chegar ao seu clímax, se jogando em cima de mim. Sinto sua respiração forte, ele estava suado e quente. Seu peso mostrava o quanto estava exausto também.

Depois de um tempo, ele se levanta e vai tomar banho. Quando sai, vem me olhando.

_ Vá tomar o seu, pegue uma blusa minha — diz, apontando para o closet.

Obedeço, pego uma branca. Entro no banheiro dele olhando tudo, tinha o estilo dele: seus cremes, sua escova. Tomo um banho rápido, me enxugo, visto a blusa dele e saio, vendo ele já deitado na cama.

_ Acho melhor ir para o meu quarto — digo, tímida. Sabia que ele odiava mulher em sua cama.

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