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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 52

Liz

Ele me toca cada vez mais, me provocando de um jeito que meu corpo não me obedecia. Ele movimenta seu dedo, me provocando, se movendo em meu clitóris que latejava de desejo.

Seus dedos trabalhavam de um jeito que me faziam implorar por mais, por ele, por desejar estar nua naquele momento, para fazer o que quiser comigo, tocar em qualquer lugar que quisesse.

— Diga! O que quer?

Ele sussurra em meu ouvido enquanto enfia seu dedo em minha vagin* molhada.

— Quero você, quero dentro de mim.

Ele sorri, me olhando por um segundo.

— Você quer o quê dentro de você, garota? — me provoca, me soltando e se livrando das roupas, e depois tira as minhas, me deixando apenas com a lingerie azul rendada que eu usava. Ele para e me olha, se masturbando.

— Quero ele dentro...

Falo abrindo minhas pernas e segurando seu pa**. Ele me olha surpreso comigo. Levo-o até minha vagi**, afastando a calcinha, e começo a passá-lo ali, sentindo o toque quente de seu membro em minha entrada. Droga, estava perdida… já não me reconhecia mais.

— Hum... — disse ao sentir o toque de seu pa* em mim.

Passo ele na minha entrada, sentindo o quanto aquilo era bom, quente, rodando de um jeito que queria que ele entrasse de uma vez e me pegasse de jeito.

Ele parece entender o que eu queria, porque logo segura em minhas coxas e entra bem fundo, me fazendo soltar um gemido...

Ele se aprofunda, entrando e saindo com muita força.

Enquanto nossos olhos se encontravam...

Ele me olhava com tesão. Suas mãos apertavam minhas coxas com força enquanto metia em mim...

Logo começa a tocar minha vagi** enquanto entrava, tocando em meu clitóris com movimentos em círculos, me fazendo gritar de êxtase.

— Bryan... — falo implorando, não aguentando mais...

Ele aumenta a velocidade até chegar ao seu orgasmo, dentro de mim...

Como podia ser tão bom assim? — penso quando ele se deita ao meu lado, ainda dentro de mim.

Sinto, aos poucos, ele escorrer de dentro.

— Vai sujar — falo segurando para não escorrer nada.

— Não tem problema, trocaram os lençóis — diz, me puxando para ele.

Nossos corpos ficam colados, sua respiração rápida e ofegante.

Aquela sensação era tão boa. Ali, nos braços dele, eu me sentia segura, me sentia protegida. Juro que queria que fosse um relacionamento de verdade. Queria que ele me amasse.

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