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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 56

Bryan

Essa garota me desafia de um jeito que me enlouquece, me deixando sem controle e sem saber o que fazer.

— Por que gosta de me desafiar, garota?

— Não sou seu brinquedo, Bryan, alguém que você controla do jeito que deseja.

Olho para ela com raiva. Quem pensava que era para me desafiar assim?

Me aproximo dela, jogando-a na cama. Prendo-a, segurando suas mãos, e olhando em seus olhos que me desafiavam.

— Garota! Garota, não me provoque... — seguro em seu queixo, apertando um pouco.

— Me solta! Não foi você que falou que não usava a força? Seu mentiroso! — ela grita em minha cara.

— Ok! Não vou forçá-la a nada.

A liberto. Ela corre para a porta, me evitando, e sorrio. Parecia mais uma gatinha acuada correndo do lobo mau.

— Descanse, não quero brigar com você.

— Não quero descansar. Se me chamarem para trabalhar, eu vou, e você não vai me impedir!

Sorrio para ela...

— Descanse, Liz. Depois conversamos.

Saio batendo a porta. Se continuasse ali, ia acabar fazendo algo que não deveria.

Na manhã seguinte, ligo para Juliana. Queria saber se o que tinha pedido já havia sido providenciado. Aquela garota não se sossegaria enquanto não arrumasse um trabalho, então eu arrumaria um trabalho para ela.

— Fale, Juliana?

— Senhor, já providenciei tudo. Mandei um e-mail para ela, convidando para uma entrevista em um de seus hotéis. Ela entregou o currículo para assistente geral. Deseja que eu a coloque em qual cargo, senhor?

— Pode deixá-la começar de baixo, não tem problema. Ela não quer trabalhar? Então deixe.

— Ok.

Juliana

Quem é essa garota? Por que Bryan está ajudando?

Preciso descobrir logo quem é essa mulher. Não posso deixar que se aproxime dele, não mesmo...

Bryan

Desligo o celular. Já havia me arrumado para sair. Desço direto para a sala.

— Bom dia, senhor — Elisa me cumprimenta logo quando me vê.

— Bom dia, Elisa. A Liz já acordou?

— Ainda não, senhor.

— Tudo bem, deixe descansar então.

— O senhor não vai tomar café?

— Não, Elisa. Vou tomar na empresa mesmo. Já mandei a Juliana providenciar o café para mim.

— Tá bom, senhor. Bom trabalho.

— Obrigado.

Me despeço e saio.

Chego na empresa, subo pelo elevador privativo e passo pelos corredores até chegar no meu escritório.

— Bom dia, senhor — Juliana me cumprimenta.

— Bom dia.

Entro no meu escritório e vejo os papéis em cima da minha mesa, alguns ainda para serem revisados e assinados. Aperto o botão do controle na mesa, e uma grande cortina se abre, revelando a enorme janela e a cidade lá fora — prédios e mais prédios.

— Bryan...

Henrique entra sem bater, chamando minha atenção.

— Fale.

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