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O magnata e a faxineira ( Desejos proibidos ) romance Capítulo 47

Parte 2 !!!!

Victor, um magnata sedutor com uma lista de conquistas e um histórico de corações partidos, organiza uma festa luxuosa para celebrar seu aniversário. Entre os convidados, um encontro casual com uma mulher misteriosa e irresistível promete uma noite de paixão desenfreada. No entanto, o amanhecer traz uma revelação inesperada: a mulher que o encantou é a mesma faxineira que ele contratou às pressas para arrumar a sua nova mansão.

Intrigado e atraído pela ousadia e pela personalidade daquela mulher que desafiava todos os seus padrões, Victor a contrata para um acordo inusitado e sigiloso, que vai muito além da limpeza. Ela será a responsável por realizar seus desejos mais íntimos e perigosos, incluindo o de lactação adulta.

Nesse jogo de sedução e poder, onde as aparências se confundem com a realidade, o que era para ser apenas um acordo casual se transforma em uma relação explosiva. Victor se vê preso em um dilema entre o desejo e o amor, enquanto a faxineira, que ele julga ter total controle, esconde segredos que podem mudar para sempre a vida dos dois.

Victor é um homem de família rica, ele sempre esteve buscando encontrar seu próprio caminho e adorava o meio liberal, festas intensas, swing, muita puta.ria, até que conheceu Tamila, uma moça de espírito livre que ele rapidamente julgou ser sua alma gêmea. O relacionamento começou de forma aberta, alinhando-se com a mentalidade que ele havia absorvido do seu círculo social. Ele acreditava que a liberdade e a falta de compromisso total o protegeriam de qualquer dor.

Tamila, com seu jeito desapegado e sua beleza descomplicada, parecia a parceira perfeita para aquela fase de sua vida.

Com o tempo, no entanto, Victor se apaixonou de verdade. O que era para ser algo casual se transformou em um desejo de exclusividade. Eles decidiram que a relação se tornaria monogâmica e logo ficaram noivos.

Victor, sentindo-se mais seguro do que nunca, começou a planejar o futuro, inclusive comprando uma casa para eles. Pela primeira vez, ele se permitiu sonhar em construir algo sólido e duradouro.

O castelo que ele construía desmoronou em um instante. De repente, Tamila o largou, revelando que o havia traído e engravidado. A notícia foi devastadora. Victor, que havia se entregado completamente, se viu novamente à deriva. A dor da traição era insuportável, mas o que mais o machucou foi a percepção de que sua insegurança inicial havia se confirmado.

Ele ficou sofrendo profundamente, afundado na convicção de que mulheres do meio liberal, como Tamila, jamais amariam um homem e seriam fiéis ou leais. A experiência, que o fez buscar a autenticidade, agora parecia uma ironia cruel.

Ele se sentiu duplamente traído: pela mulher que amava e pela própria crença de que a liberdade não tinha um preço alto.

Victor estava prestes a completar 30 anos e, para celebrar, decidiu fazer uma festa à altura. Trabalhando na diretoria de uma multinacional de tecidos, ele tinha o dinheiro e os contatos para tornar o evento inesquecível. Em sua nova casa, uma mansão moderna recém-comprada, ele organizou uma festa imensa, convidando muitas mulheres bonitas, modelos e figuras do meio liberal.

Em meio aos preparativos, Victor teve uma ideia ousada: montar mais de um "dark room", um quarto escuro para orgias. O espaço seria um atrativo a mais para a festa, garantindo que a noite fosse memorável. No entanto, a casa, grande e com a mudança recente, estava sem funcionários ainda.

Com a data do evento se aproximando, ele se viu numa corrida contra o tempo para deixar tudo impecável. Às pressas, contratou uma equipe de faxineiras de uma agência que considerava conceituada e de boa reputação, esperando que o serviço fosse rápido e eficiente.

Ele precisava que a casa estivesse impecável para a grande noite, e o "dark room" montado a tempo para os convidados.

O acordo foi feito por mensagens de texto. Victor não sabia, mas estava conversando com uma ex-funcionária da empresa de faxina, que havia sido demitida.

Essa mulher, chamada Rayra, agendou o serviço para fazê-lo sozinha, ganhando assim três vezes o valor. Rayra estava desesperada para pagar as contas, morava em uma república, tinha se separado recentemente e era perseguida pelo ex, que a fez ser demitida.

No dia agendado, Rayra foi até o endereço, que ficava em um bairro nobre, cercado de mansões. Rayra era vaidosa, mas de uma beleza natural. Adorava se maquiar, cuidar dos cabelos, usar roupas da moda e tinha uma sensualidade inata.

Ainda eram 6h30 da manhã quando Rayra chegou. Ansiosa, vestia uma calça legging, uma camiseta que servia de uniforme, e um tênis gasto réplica da Adidas. Com uma mochila nas costas e o cabelo preso em duas tranças boxeadoras, a maquiagem era leve, com base com filtro solar, pó, blush e um gloss nos lábios.

Ela tocou o interfone e esperou. Victor atendeu, olhando-a apenas pela câmera.

— Olá, bom dia. — ele falou desconfiado.

Rayra, sorridente, imaginando que estava sendo assistida pela câmera, respondeu:

— Oi, senhor Victor, bom dia! Houve um imprevisto e eu vim sozinha fazer a faxina. Mas pode ficar tranquilo que eu sou rápida e vou deixar tudo em ordem.

Victor a achou engraçada e, por estar ocupado demais para não aceitar a proposta, abriu o portão e foi encontrá-la. Quando Rayra chegou na porta da sala, ele a abriu usando apenas uma cueca samba-canção, exibindo seu corpo sarado. O cabelo estava bagunçado e o rosto com cara de sono.

Rayra sorriu, sem conseguir evitar de olhar para o corpo e a beleza dele, e ficou envergonhada. Victor a recebeu com simpatia.

— A casa é enorme. — ele disse.

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