Rayra foi descendo, enchendo-o de beijos e lambidas. Segurando o pau dele, que estava duro e com as veias pulsando, ela lambeu a cabecinha e começou a sugar com movimentos lentos, mexendo a língua em espiral e brincando com a sensibilidade dele. Victor começou a gemer, cada vez mais excitado e impaciente. Rayra, que parecia uma expert na arte de fazer boquete, o mamava cada vez mais freneticamente. Ela realmente adorava dar prazer.
Victor estava adorando. Enquanto os lábios dela o devoravam, ele gemia de prazer, com o corpo tremendo em antecipação. A mente, nublada pela luxúria, só conseguia focar na sensação.
— Me solta! — ele pediu, com a voz ofegante.
— Eu quero te tocar, chupar sua buceta, te beijar… — Ele se debatia levemente, com as algemas tilintando.
— Me deixa te sentir, por favor! Vai.
Rayra, sentindo a urgência dele e percebendo que ele estava perto de gozar, riu e parou de sugar.
— Eu vou te beijar, como combinado. — ela sussurrou com deboche.
Ela tirou a calcinha, subiu em cima dele e esfregou sua buceta molhada e úmida no pau dele. Em seguida, ela se inclinou e o beijou de língua, lentamente, enquanto movia o quadril sutilmente, esfregando-se no pau dele.
Victor estava louco de desejo, a algema virou uma prisão de pura tortura. Ela parou de beijar, mantendo o rosto a centímetros do dele, com os corpos ainda colados. A cada movimento do quadril dela, o pau dele latejava.
— Você não vai gozar? Vai? — ela provocou, com a voz baixa e um riso maldoso.
Rindo, ele respondeu:
— Não quero, mas tá difícil me segurar. Me solta, por favor. Eu coloco a camisinha.
— Quero brincar com você, te dar uma bela chupada.
Ela se levantou de cima dele, completamente nua, ainda com a máscara no rosto. Os músculos do seu corpo bem torneado dançavam no escuro do quarto. Enquanto se masturbava, ela sussurrou, com a voz carregada de provocação:
— Não precisa estar solto para me chupar.
Em seguida, ela se sentou no rosto dele, encaixando sua buceta úmida na boca de Victor. Ele, sem hesitar, começou a beijar e a chupar, passando a língua com urgência no clitóris dela. Victor estava completamente envolvido, sem conseguir acreditar que, mesmo com as mãos presas, aquela mulher estava o levando ao delírio.
Ela saiu de cima do rosto dele, deixando-o lambuzado e ofegante. Rayra, então, voltou a sentar em cima dele, esfregando a buceta no pau e sussurrando em seu ouvido:
— Eu vou te dar os beijos. Nem mais, nem menos. Apenas 28, porque dois eu já dei.
Com um sorriso malicioso, ela limpou a boca dele com a ponta dos dedos, acariciando-o enquanto falava.
— Eu não quero. Mas...— ele resmungou, sem conseguir disfarçar a excitação.
— Eu vou perder a paciência e me vingar. Vou te foder até te deixar assada, quando eu te vir de novo.
Ela riu alto com a ameaça, e o silenciou com um beijo. Rayra o beijou de forma longa e ardente. Em meio ao beijo, dava pequenas pausas, e, com os lábios ainda próximos aos dele, contava um a um.
Foram mais de vinte beijos. A cada um, a excitação de Victor crescia, com o corpo contraído de desejo. Ele gemeu de impaciência.
— Coloca só um pouquinho... — ele implorou, com a voz baixa.

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