Não estava acreditando em nada do que eu vinha fazendo com a minha vida. Fato.
Afinal, as mulheres que costumavam vir até mim. Elas que se ofereciam para fazer parte da minha vida. Não o contrário. Não o que eu vinha fazendo: Entregando de mãos beijadas o meu coração para Agnes.
Só para vê-lo ser destruído com sua ida ao Brasil.
Por que era assim que eu me sentia de fato. Sentia que ela tinha escolhido não me escolher e que, no fim, o sentimento que eu tinha por ela, não era compartilhado. E me senti um maldito idiota por ter feito isso várias vezes com várias mulheres na minha vida. Eu era um cretino.
Explicar para minha mãe o que Nadirah tinha armado não foi difícil. Era visível e, no fim, quando minha mãe pediu para que Nadirah jurasse por Deus que era verdade, ela acabou caindo em lágrimas e contando para minha mãe, em particular, claro, que ela não queria me perder e que tinha me beijado a força e retirado o véu. E que essa tinha sido a única forma que ela tinha encontrado de manter o nosso noivado – que para começo de conversa, nunca sequer tinha começado.
Claramente, minha mãe me chamou pedindo explicações sobre essas coisas. Por que Nadirah estava com pavor de me perder. E eu não pude segurar por mais tempo a conversa que havia necessidade de ter com ela. Eu tinha que contar a verdade para minha mãe. Custasse o que custasse, porque eu sabia que ela me compreenderia. Eu sabia que ela entenderia.
E foi dito e feito. Contar para ela que eu estava me sentindo atraído por Agnes fez um pequeno sorriso sugestivo formar-se em seus lábios. Fiquei a pensar se ela já não tinha percebido isso, mas ela nada me falou. Parecia bastante reflexiva e começou a me fazer perguntas muito estranhas, como: “Com que frequência você pensa nela?” “Você estaria disposto a enfrentar a sociedade? A casar com uma brasileira?” E eu comecei a me enfurecer com essas perguntas e acabei falando:
– Mãe, eu a quero, entendeu? Eu não ligo para essas coisas! Que tudo isso exploda! – Disse fazendo uma explosão com as mãos de tão exasperado que estava. – Eu só quero que ela sinta o mesmo por mim e que ela esteja disposta a ter algo comigo.
– Seria capaz de dizer o que sente e chamá-la para algo mais sério, meu filho? – Perguntou-me minha mãe com um sorriso presunçoso na face. Na certa, se divertindo com toda a exasperação pela qual eu passava. Revirei os olhos.
– Eu já te disse que sim. – Murmurei e ela riu.
– Está completamente apaixonado por ela, meu filho. – Ela disse como se fosse notável de longe. Não consegui exprimir mais nada. Ainda abri minha boca umas duas vezes para argumentar com ela, mas o que eu poderia dizer? Que não era verdade? Que eu só queria Agnes por uma noite? Não! Eu não queria Agnes por um dia só. Agnes tinha sido uma amiga e continuava sendo. Mesmo não correspondendo aos meus sentimentos aflitos.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Sheikh e Eu(Completo)
A história é muito boa, mas o final é frustrante! A escritora não desenvolveu bem esse final, ela poderia mesmo que resumidamente dar um digno porque agora não dá nem pra saber se ficar juntos ou não, ele ir atrás dela não garante nada! Não sabemos o que aconteceu com a irmã, se ela voltará pra Omã. Fiquei pensando que ela havia comprado o par de aliança que ela se apaixonou na loja escondido pra o momento que a pedisse em casamento, afinal ele já sabia que a ama, seria perfeito um fim que fosse nessa direção. Em fim o Livro é bom mais está incompleto porque simplesmente não tem fim acaba sem mais nem menos....
⚠️ É uma estória interessante, apesar de bastante inverossímil, sobretudo porque foge bastante da verdadeira cultura árabe islâmica, apresentando algo bem caricato, ocidentalizado (quem quiser entender melhor essa cultura, veja o livro "O EGÍPCIO", disponível aqui)... O texto também tem muitos erros, principalmente no uso dos pronomes oblíquos, no uso incorreto de certas palavras (como sob/sobre, apoderando/ponderando, há/a, trago/trazido, arcar/arquear, etc) e na correlação fala-acão dos personagens nos diálogos... Apesar disso, serve como um bom passatempo, sem apelar para a pornografia. Só que não tem final e não avisa que a continuação está sob o título "UM SHEIKH NO BRASIL", o que só descobri lendo alguns comentários... Deveria ser avisado......
É uma estória interessante, apesar de bastante inverossímil, sobretudo porque foge bastante da verdadeira cultura árabe islâmica, apresentando algo bem caricato, ocidentalizado (quem quiser entender melhor essa cultura, veja o livro "O EGÍPCIO", disponível aqui)... O texto também tem muitos erros, principalmente no uso dos pronomes oblíquos, no uso incorreto de certas palavras (como sob/sobre, apoderando/ponderando, há/a, trago/trazido, arcar/arquear, etc) e da correlação fala-acão dos personagens nos diálogos (que não é feita corretamente)... Apesar disso, serve como um bom passatempo, sem apelar para a pornografia. Só que não tem final e não avisa que a continuação está sob o título "UM SHEIKH NO BRASIL", o que só descobri lendo alguns comentários... Deveria ser avisado......
* é cada uma... Como um cara que assedia candidatas a emprego, enche piscinas com mulheres seminuas e tenta beijar governantas, tendo noiva ainda por cima, pode ser considerado como "educado e respeitador da religião islâmica"? O cara não respeita nem a moral e a decência, quanto mais uma religião fundamentalista... É cada forçada que aparece... 🤨🙄...
* como assim não dava pra apagar? Só em livro mesmo... 🙄...
* não sei por que essas protagonistas são tão fracas diante dos homens... Basta um pouco de atenção, um rosto bonito ou uma atração hormonal explosiva que já perdem a racionalidade... Que desastre... Me sinto envergonhada como mulher vendo esse tipo de tolice... 🫤🤨...
* isso é Niqab, não nijab......
Não tem final. Não percam seu tempo. É muita enrolação pra nada...
adorei a historia......