O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 442

Anne pensou que quando pudesse levar as crianças para o ônibus isso poderia ajudar a diminuir a carga de trabalho da babá, que andava sobrecarregada ultimamente.

— Anne! — Ouviu alguém chamar atrás de si, ao mesmo tempo que caminhava de volta para o apartamento.

Os passos da jovem congelaram de repente e, quando se virou, viu Joanne se aproximando. A mente ficou em branco por um momento. O que a mãe de Lucas fazia ali?

— Não é uma surpresa? Também estou chocada que você realmente persuadiu meu filho a se casar com você. Estava pensando... o que devo fazer como mãe? Concordar ou discordar de ver vocês dois juntos? — Ontem à noite, Joanne esperou até que Lucas voltasse e perguntou como foi o encontro. Ela não ficou muito feliz com a resposta que obteve.

A mãe dos trigêmeos estava sem palavras.

— Anne, você tem filhos. No futuro, se algum dos seus filhos encontrarem uma mulher como você, você aceitaria? — Perguntou.

Anne de repente reuniu sentiu sua coragem subir e disse:

— Se ele gostar dela é claro que vou. —

— Você aceita porque eles ainda serão jovens. — Joanne estava simplesmente aborrecida. — Meu filho está apaixonado por você porque você é bonita. Por que mais ele iria gostar de você? Não me faça começar a falar sobre os podres de você e sua mãe... —

Mesmo que Anne respeitasse a mãe de Lucas, se sentiu extremamente desconfortável depois de ouvir isso.

— Joanne, tudo que você ouviu são mal-entendidos. Telefone sem-fio. Você não sabe o que aconteceu na minha vida e não tem o direito de me julgar. Minha mãe foi incriminada por outros, e eu fui forçada a fazer a maioria das coisas que você escuta nas fofocas por aí. — Ela puxou mais ar para falar: — Já que você mesma disse que seu filho é um grande homem, como ele poderia ser facilmente enganado por mim, então? —

Joanne conhecia muito bem o filho. Foi por isso que ela sempre se sentiu muito confortável com a mulher que Lucas namorou antes. Mas, Anne era diferente, não conseguia aceitar tudo o que vinha junto dela.

Com o coração pesado, a jovem abaixou o rosto. Sabia que Lucas devia ter falado com Joanne na noite passada. Olhando bem para o rosto dela agora, notou que a mãe na sua frente não devia ter dormido bem a noite toda devido ao seu encontro com o filho.

Desistiu.

— Na verdade, consigo entender seus sentimentos, Joanne. Vou ligar para ele mais tarde e dizer que não entrarei mais em contato. —

Depois de falar, ela se virou e foi para o corredor. Aquilo fora uma montanha-russa emocional. Ergueu a mão e olhou para a corrente brilhante em seu pulso com amargura no coração. “Seria melhor se eu tivesse recusado”.

— Esqueça isso — disse Joanne.

Anne virou seu corpo e olhou para trás, atônita.

— Eu aceito você. —

— Você... o que você disse? —

— O que mais eu posso fazer? Eu não quero que ele traga um homem para nossa família. — Joanne finalmente tinha desistido de se opor ao casamento. — E você não pode ter filhos, mas consegue contratar uma mãe substituta. Além do mais, eu não odeio seus três filhos. Mas, apenas se você me prometer que deve dar à luz um filho com Lucas. Isso é pedir demais? —

Ela ficou pasma. Agora que ia se casar, a jovem já tinha pensado em ter filhos novamente, mas o que a deixava um pouco confusa é que não esperava que Joanne concordasse com seu relacionamento com Lucas em um piscar de olhos assim.

— Arranje algum tempo para nossas famílias jantarem juntas. — Joanne disse de forma resoluta, saindo sem se despedir.

A mãe de Lucas realmente acabara de aceitar o relacionamento de Anne com o filho. A jovem não conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer, tanto que sua expressão no rosto demonstrava choque. Até mesmo seu batimento cardíaco estava acelerado. Tudo tinha acontecido tão rápido que ela foi pega desprevenida.

Assim que se deu por si, Anne correu escada acima, pegou o telefone e ligou para Lucas:

— Lucas! —

— Oi! O que há de errado? — Estranhou a voz apressada dela.

— Você... sua mãe, Joanne, veio me procurar agora há pouco. — Anne fez o possível para se acalmar, respirando mais devagar. Dava para ouvir sua respiração do outro lado da linha.

— O quê? — Ele estava no escritório, confuso. — Não importa o que ela diga, não deixe que isso machuque seus sentimentos. —

— Não. Não é isso... ela disse que encontraria tempo para fazermos uma refeição juntos. Toda nossa família. — Anne sabia que Lucas havia entendido mal e ficou inquieta quando não ouviu uma resposta dele. — Qual é o problema?

— Eu vou me organizar para isso. — Ele respondeu.

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