O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 678

— Lucas! — Sarah berrou, e Anne enrijeceu com a maneira como sua mãe se dirigiu a Lucas.

O homem se aproximou com alegria enchendo seus olhos.

— Anne e sua doce mãe! Achei que estivesse enganado. Vocês estão aqui como turistas? —

Anne sorriu com timidez.

— Resolvi trazer minha mãe para uma viagem. —

— Isso é legal! — Disse Lucas.

— Por que você está aqui, Lucas? Trabalha na instituição? —

— Estou aqui para fazer algumas pesquisas. Um amigo é professor aqui, então resolvi pedir ajuda a ele com uma questão. — Disse o homem.

— Uau! Que impressionante! Um professor tão jovem em Cambrick! Como esperado de alguém que seria seu amigo! — Disse Sarah.

— Você é muito gentil, madame Vallois. —

Sarah lançou um olhar para Anne e, antes que a jovem tivesse tempo de descobrir o que isso significava, a mulher prosseguiu e disse:

— Nossa, estou exausta de toda essa caminhada. Lucas, por que você não leva Anne para passear? Eu irei passar um tempinho aqui, admirando o lugar. Lembro-me de ter visto um café no caminho para cá. Anne, vá lá me procurar mais tarde! —

— Como é? Mãe... — Sarah fugiu rápido como um raio antes que Anne pudesse detê-la. A mulher não parecia nada exausta. Sentindo-se desconfortável por ficar sozinha com Lucas, a jovem disse: — Sinto muito por isso. Tenho certeza de que você está ocupado, então não se preocupe comigo. —

— Eu terminei o que tinha para fazer aqui e ia dar uma volta de qualquer maneira quando vi vocês duas. Pode me fazer companhia num passeio? —

Já que ele havia dito aquilo, não havia motivo para Anne recusar. De longe, Sarah se virou para olhar para os dois e ficou impressionada com a combinação perfeita que eles formavam. 'Se ao menos Lucas pudesse ser meu genro...', ela pensou.

Os dois deram um longo passeio em silêncio até que, finalmente, ambos tentaram falar ao mesmo tempo.

— Você... —

— Eu... eh... —

Achando engraçado, Lucas fez uma pausa, então retomou a iniciativa.

— Como você tem estado? —

— As crianças estão com Anthony e não é tão fácil vê-las. Sempre tenho que implorar para conseguir isso. — Disse Anne com resignação.

— Você costumava se preocupar com a possibilidade de eles serem descobertos e agora precisa se preocupar em não poder vê-los. Suponho que sejam situações igualmente difíceis. —

Anne sentiu as palavras dele em seu coração enquanto o homem resumia sua luta com uma frase.

— Mas já que você está aqui, presumo que as coisas não estejam tão ruins? — Lucas perguntou.

— Eu meio que fugi. — Anne olhou para o céu. — Se as crianças não estivessem em Luton, eu nunca voltaria. — Foi tão difícil para ela viajar para se sentir um pouco livre. — Você acha que isso é bom ou ruim? — Perguntou.

— Eu diria que você não precisaria voltar se não quisesse, mas tenho certeza de que não é isso que você quer ouvir. — Disse ele.

— Sinto muito, senhor Newman, mas ainda não posso me dar ao luxo de viver minha vida do jeito que quero. — Ela baixou o olhar. Mesmo que pudesse, a moça conhecia seu lugar e sabia que não tinha mais espaço na vida para Lucas.

A expressão de Lucas escureceu enquanto ele olhava para o rio.

— Isso não teria acontecido se eu fosse forte o suficiente. —

Anne franziu a testa.

— Você é forte e talentoso. Anthony é poderoso porque parece não ter fraquezas e é mais privilegiado do que qualquer pessoa, o que o torna um tipo de homem perigoso. Senhor Newman, você é muito mais brilhante do que ele jamais seria. Por favor, não pense assim de você, nem tente mudar quem é. —

— Você merece uma vida melhor. — O homem disse, olhando para ela.

— Espero que ambos tenhamos um futuro brilhante pela frente. — Disse Anne com um sorriso.

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