O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 708

— Eu tinha alguma esperança de que a briga de agora fizesse o papai ter algum tipo de reação... — Anne começou a chorar. — Eu sabia que era filha dele. O sentimento de querer estar perto dele não é falso. —

— Ele vai acordar... — Disse Sarah. — Mas você não deveria administrar a empresa dele agora? Anne, faça o que precisa! Eu cuidarei de seu pai. —

— Quando papai acordar, devolverei a empresa e outras propriedades. — Anne não queria nada daquelas coisas, apenas que o pai acordasse. — Mãe, você ainda não comeu, certo? Vou comprar algo para você. —

— Depois daquela loucura, fiquei morrendo de fome! — Disse Sarah.

— Para dizer a verdade, acho que eu também. Vou ver o que arranjo. — Anne saiu para comprar comida.

No caminho, ligou para Robert para conversar sobre uma visita à empresa do pai. O homem disse que a receberia no dia seguinte. Antes do acidente de Nigel, a moça nunca tinha visitado a empresa, por causa de Dorothy e Bianca, e sabia que devia evitar levantar suspeitas.

***

Na manhã seguinte, Anne foi ao hospital visitar Nigel.

— Pai, vou visitar a empresa pela primeira vez hoje e estou um pouco nervosa. Você poderia me dar algumas palavras de incentivo? —

Nigel não respondeu. Anne escondeu sua decepção e forçou um sorriso.

— Está tudo bem! Vou trabalhar duro para te deixar impressionado! —

Depois disso, Anne foi se encontrar com Robert na empresa. Antes de chegar, os funcionários, de certo, foram avisados. Anne concluiu isso porque, assim que ela apareceu, todos, da recepção aos departamentos internos, reagiam à sua chegada como se conhecessem uma nova chefia.

Pela manhã, Anne fez um tour pelos vários departamentos. A empresa ocupava dois andares do prédio, parecendo grandiosa e organizada. No passado, a sede do negócio era no exterior, mas Nigel mudou o empreendimento para Luton, por causa de Bianca. A empresa se expandia muito, então nunca estivera numa situação tão boa. O futuro que a aguardava era, de certo, grandioso.

Anne olhou ao redor do escritório de Nigel e descobriu que seu pai ainda tinha trabalhos inacabados sobre a mesa. O que a moça não conseguia entender era o fato de que Nigel voltou para Luton por causa de Bianca, mas não deixou a companhia para sua irmã. Bianca não tinha sequer uma pequena participação naquilo. Simplesmente não fazia sentido.

De repente, houve uma batida na porta do escritório e um homem entrou. Então, Robert o apresentou:

— Este é o assistente do senhor Faye, Ken Winston. O senhor Faye o recrutou quando voltou para Luton. Se for conveniente para você, você pode contratar mais uma pessoa... A carga de trabalho vem ficando mais pesada e o senhor Faye já pretendia mesmo fazer isso. —

— Vou pensar sobre isso. — Anne ainda não tinha familiaridade com nada, então era melhor entender primeiro o funcionamento da empresa.

— Tudo bem. O senhor Winston sabe muito sobre a empresa, então você pode perguntar qualquer coisa... — Robert disse, e Winston apenas assentiu.

Anne tentou se ambientar durante toda a manhã, então acabou ficando por lá até quase a hora do almoço. Depois disso, a moça foi ao hospital e almoçou com Sarah no quarto em que seu pai se encontrava.

— Por que você não convidou os funcionários para um almoço? Começar na empresa por um bom relacionamento com eles seria bom! Para que não sejam muito duros com você, sabe? — Sarah opinou.

— Chamar para um almoço assim, no meu primeiro dia, pareceria muito... Não sei, forçado? De qualquer modo, descobri que o departamento de vendas teve um bom desempenho nos últimos tempos, então posso usar isso como um motivo para convidar todos para uma refeição em algum momento, não é? — Disse Anne.

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