Ivy acordou se sentindo apertada. Dante com receio de fuga, segurava a cintura de Ivy com o braço e quando a pressionava contra seu peito.
Ele dormia profundamente, mas já passava da hora de acordar, Dante estava atrasado.
Ivy o acordou devagar, com medo de Dante brigar por estar atrasado, já que o trabalho era sua prioridade.
- Dante, acorda.
- Hmm
- Acorda, já são oito horas, você está atrasado para trabalhar.
Dante abriu os olhos preguiçosamente. Aquela hora da manhã seus olhos pareciam ainda mais verdes e profundos, contrastando com seus cílios negros e longos.
Ele olhou para Ivy que estava aínda com seu rosto inchado de sono, e para ele naquele momento pareceu tão adorável.
Dante a beijou carinhosamente, saboreando cada parte dos lábios volumosos de Ivy.
- Bom dia Ivy.
Ainda um pouco sonolenta, Ivy não sabia se o beijo era real ou um fragmento de algum sonho romântico.
- Você não vai levantar? - sua voz era baixa e tímida após o beijo.
- Sim, mas não tenho pressa, hoje não tenho nada de importante agora de manhã, posso atrasar um pouquinho.
- Que bom, vamos tomar café juntos então? - seu olho brilhou de felicidade.
- Eu tenho outros planos melhores que café.
Ivy arregalou os olhos quando Dante a virou de repente e se posicionou em cima dela entre suas pernas.
- Acho que o café vai esperar um pouco. - Ivy sorria levemente sentindo entre suas pernas o membro rígido de Dante que a pressionava através do pijama.
Dante a beijou novamente, agora um beijo mais urgente, luxurioso enquanto a sua mão acariciava por cima do tecido fino da camisola de Ivy o mamilo, deixando rígido.
Em silêncio ele agia, seus olhos grudados nos olhos de Ivy, em busca da captura de qualquer reação que ela pudesse proferir, ele então abaixou a mão que a acariciava para o meio de suas pernas.
Suavemente ele fazia movimentos circulares no clitóris por cima da calcinha, gerando em Ivy uma sensação gostosa mas ao mesmo tempo angustiante.
Vendo as reações de Ivy, ele puxou a calcinha de lado, e introduziu um dedo, bem devagar, fazendo ela se arrepiar.
Dante enfiou mais um dedo, e começou a movimentar a mão de forma lenta e torturante fazendo Ivy soltar pequenos gemidos a cada vez que seus dedos entravam.
- Tão molhada, um convite para mim.
Ele roçava de leve a ponta de seu nariz no pescoço de Ivy, inalando o suave perfume que ela exalava.
Manteve o ritmo enquanto observava as reações, ela tentava se conter, mas seu corpo a traia. Logo Ivy alcançou o orgasmo, levando a mão a sua boca, tampando os sons de seu prazer.
Dante retirou os dedos de dentro de Ivy e os lambeu como se fosse o doce mais gostoso que havia provado.
- Você é tão doce, acho que terei que provar da fonte essa maravilha.
Os olhos de Dante brilhavam como duas esmeraldas no sol. Mas seu olhar era pecaminoso, Ivy estava sem reação após o orgasmo, mas sabia que não terminaria ali.

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