A hora de voltar havia chegado, Dante e Ellie estavam no aeroporto, embarcando de volta para casa.
Ellie estava cansada da despedida de Giovani, passou a viagem inteira dormindo.
Dante estava animado e por ter se concentrado apenas no contrato nos últimos dias, estava sem transar e com Ellie dormindo, não conseguiria se aliviar com ela no momento.
Então sacou o celular do bolso e mandou uma mensagem para Ivy.
- Já estou voltando! Tudo certo! O contrato foi assinado.
Ivy recebeu a mensagem de Dante, mas só viu horas depois e logo se animou, estava com Liz e Mia no shopping, onde passaram o dia inteiro e com a mensagem de Dante resolveu comprar uma lingerie nova e ousada para dar boas vindas ao marido.
Depois de voltar para casa pediu para Maura fazer um jantar para os dois e subiu para se banhar.
Ivy tinha a pretensão de se preparar para uma noite quente, mas Dante chegou antes, pegando - a desprevenida.
Ele entrou no quarto e ouviu o barulho do chuveiro, sentiu o perfume agradável dos produtos de Ivy e sem hesitação retirou a roupa na intenção de invadir o seu banho.
Ivy estava no chuveiro, passava seu óleo de banho quando a porta do banheiro se abriu.
Dante entrou no banheiro nu, abriu o box de vidro, entrando no chuveiro também.
- Dante! O que você está fazendo?
- Tomando banho com a minha esposa! É proibido?
Ivy sorria com a atitude de Dante, nem em seus sonhos mais perfeitos, imaginava tal cena.
Ele entrou embaixo do chuveiro, deixando a água escorrer por seu corpo definido, fazendo Ivy observar cada pequeno músculo em seu corpo.
A diferença de altura entre os dois se fazia evidente no chuveiro, Dante tinha 1,87 enquanto Ivy parecia uma garota com 1,60.
Vendo a garota parada, Dante a beijou, devagar, saboreando seus lábios delicados a abraçando.
Ivy se afastou e olhando o marido nu, começou a colocar sabonete na esponja macia e já com muita espuma passava pelo corpo de Dante.
Dante observava os movimentos delicados de Ivy, totalmente diferente de Ellie, mas que já não o causava estranheza e nem repulsa como ele imaginava no início.
- Tem uma parte que você ainda não ensaboou - um sorriso travesso pousava em seus lábios que neste momento estavam muito próximos da orelha de Ivy.
- Dante…eu…eu ainda tenho vergonha.
- Então eu te ajudo.
Ele pegou a mão dela que estava com espuma e deslizou em seu corpo até chegar em seu membro que neste momento já estava duro com as carícias de Ivy.
Segurando a pequena mão ele fazia movimentos para cima e para baixo, instigando a jovem a fazer o mesmo.
Ivy olhava para baixo com vergonha e excitação, mordia levemente seu lábio inferior, enquanto aumentava o ritmo, causando em Dante um frenesi enlouquecedor.
Ele não queria mais esperar, e em apenas um impulso Dante a pegou no colo se encaixando entre as pernas dela, a colocando contra a parede, Ivy passou seus braços na nuca dele segurando firme para não cair.
- Eu não aguento mais esperar - seus olhos verdes brilhavam na luxúria que ardia em sua pele.
- Então vá em frente.
Com a permissão de Ivy, Dante a penetrou, entrando devagar, sentindo o interior de Ivy se moldar a ele.
Dante deu um gemido rouco, como se sua vida precisasse daquele momento.
- Você é tão apertadinha, me deixa louco de tesão.
- Não sei se eu sou tão apertadinha ou se é você que é grande demais. - suas bochechas estavam vermelhas por dizer tais palavras.
Ele sentou na cama e com gesticular a chamou indicando para Ivy o que teria que fazer.
Vem aqui, na minha frente, quero ver o que você tem para mim.
Ivy parou de frente para ele, ansiosa pelo próximo passo, implorando silenciosamente pelo toque de seu marido.
E como se lesse a mente de Ivy, Dante a acariciou, com suas duas mãos, fazia leves círculos nos mamilos de Ivy que logo estavam duros sob o fino tecido do sutiã.
Sua mão direita abaixou para a calcinha, acariciando o pequeno monte que logo se mostrava úmido sob seu dedo.
Com a outra mão desfez o fecho do sutiã e sua boca logo alcançou o biquinho duro que apontava para ele.
Ivy sentindo os dedos de Dante a invadindo e a sua boca e sugando, agarrou nos negros fios de cabelo tentando um equilíbrio que estava difícil, sua respiração estava acelerada e suas pernas tremiam, os dedos entravam e saíam com rapidez até sentir os músculos de Ivy endurecer.
Ela gozava e gemia suavemente no ouvido de Dante o deixando excitado até a última fibra de seu corpo.
Ele retirou as calças se libertando do tecido que o prendia.
Sem deixar Ivy pensar, Dante a puxou para o seu colo, seu pau duro roçava levemente na buceta molhada de Ivy, a fazendo gemer ainda mais, Dante puxou a calcinha de lado e encaixou a cabeça de seu pau na entrada.
- Agora é com você, eu fiz tudo até aqui, quero ver o que você pode fazer. - disse ele parado olhando para ela, esperando a sua atitude.
- E se eu perder o ritmo? - sua voz falhava pela excitação.
- Se perder começa de novo, faça o seu melhor. Me faça gozar nessa sua bucetinha.
Ivy começou tímida, subindo e descendo, meio sem jeito, mas logo estava sentando e rebolando, tão intenso que Dante não aguentou muito e logo suas mãos agarraram a cintura de Ivy e sua voz rouca gemia forte enquanto soltava longos jatos de seu sêmem quente dentro de Ivy a fazendo gozar novamente.
Dormiram exaustos da forma que acabaram até a manhã seguinte.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: QUANDO TE PERDI