— Quem você convidou?
Perguntou Daniel.
Tainá e as duas também olharam.
— Eu convidei a Musa do Campus, Lorena Índigo, e a Senhorita Isabella.
— Deixe-me te contar, eu já a convenci a se juntar a nós.
— Ótimo, o mérito é seu.
Com a rede de contatos de Lorena, com certeza o clube deles teria um desenvolvimento ainda melhor no futuro.
— Líder Daniel, nós estamos com um pouco de pressa hoje, então não vamos entrar.
Tainá arranjou uma desculpa, já querendo ir embora.
— Hã? Mas você não tinha prometido que ia entrar para dar uma olhada?
Daniel não entendeu a mudança repentina; ele tinha sentido que Tainá estava prestes a aceitar se juntar a eles.
— Se vocês vão ficar com a Lorena, não tem como a Tainá participar.
Vendo que o veterano não tinha entendido, Ana rapidamente acrescentou a explicação.
— A nossa Tainá e a Lorena são de lados opostos, vocês não sabiam?
— Hã?
Daniel ficou surpreso por um momento, mas então se lembrou do que os colegas haviam lhe contado alguns dias antes.
Ele normalmente não prestava muita atenção no fórum da universidade; na época estava ocupado e não tinha se importado com isso.
Mas, depois, ouviu dizer que o incidente no dormitório havia tomado grandes proporções e muitos alunos sabiam que tinha sido Lorena quem mandou causar problemas a Tainá de propósito.
Só que, não se sabe como, Lorena não havia levado vantagem nenhuma e, pelo contrário, acabou levando um xeque-mate.
— Já que vocês convidaram a Lorena, nós vamos embora.
Falando isso, Tainá se virou para sair.
— Espere, Tainá, você fica. Eu faço ela ir embora.
De repente, Daniel tomou uma decisão baseada em sua intuição.
— Pense bem nisso, se ofender a Lorena, ela pode dificultar a vida de vocês.
— Além do mais, meu tempo é apertado, eu só poderei vir ocasionalmente.

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