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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 656

— Ana, não fique brava, eu já disse, cada um com as suas ambições.

— Quanto a nós e a ela, se der para nos darmos bem, nos damos bem. Se não der, a gente mantém distância.

Tainá interveio, segurando Ana.

— O mundo está cheio de gente, a gente só escolhe os que têm a ver conosco para ser nossos amigos.

— Mas ela é claramente a sua prima...

— E daí? Você sabe, o meu próprio pai e a minha mãe biológica já tentaram me matar.

— Às vezes, os parentes são piores que os amigos.

— Faz sentido. A minha mãe também não vale nada.

A mãe de Ana já quis tirar o rim dela para dar ao meio-irmão.

— Por que vocês só encontram parentes desajustados? Os meus pais e o meu irmão são ótimos.

Quando Tainá e Ana estavam quase encerrando aquele assunto desagradável, Bia soltou essa.

— Pais normais são bons. Nós é que tivemos azar e esbarramos com os anormais.

Tainá explicou para ela, e Ana concordou: — Isso aí, nascemos com azar.

O grupo de Tainá tinha sete pessoas, e cada mesa só acomodava quatro. Então eles juntaram duas mesas.

Cada um pediu o que gostava. Como os colegas de classe frequentemente comiam juntos, seria injusto deixar sempre um só pagar, então, na maior parte do tempo, eles dividiam a conta.

Todo mundo conversou animadamente enquanto comia.

Carlos, sentado ao lado de Tainá, perguntou: — Quanto tempo você acha que vai levar até que o aplicativo Bolha Verde esteja finalizado?

Tainá havia reservado 5% de participação para Carlos no projeto, para não desapontá-lo depois de ele ter a seguido tão de perto.

Mas também não podia lhe dar mais. Em cada negócio lucrativo, Tainá tinha que garantir pelo menos 51% para si mesma, e também precisava reservar ações para Lúcio e sua mestra.

Deixando as relações pessoais de lado, sua mestra representava sua segurança e força física, e se o Grupo Céu Azul não tivesse Lúcio, Tainá, estando na universidade, não daria conta de gerenciar tudo sozinha.

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