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Roubada no altar pelo chefe da Máfia romance Capítulo 16

CAPÍTULO 16

Luca Black

Estacionei o carro em casa com um tranco.

Dois seguranças pararam logo atrás. Nem olhei pra eles. Saí e dei a volta até o lado dela, abrindo a porta com força.

— Sobe agora para o quarto — ordenei.

— Quarto? Porquê? O que vai fazer? — ela não desceu. Ficou me encarando.

— Eu mandei subir, porra! — fechei os punhos, tentando me controlar. Ela ainda me testava. Mas até quando?

Ela hesitou, respirou fundo.

— Sim, está bem.

— Sim o quê?

— Sim, chefe.

Fez um gesto teatral com a mão, tipo "como quiser", e saiu andando. A saia do vestido dela ainda balançava no ritmo dos passos e, mesmo irritado, meu olhar foi puxado como ímã.

Vi meu consigliere observando. Funcionários fingiam não ver. Ignorei todos.

Quando chegamos no quarto, bati a porta atrás de mim com força. Ela se virou, surpresa.

— O quê...

— Já que não acha sensato eu comer outras por aí… então resolva, porque preciso de sexo. — Tirei o blazer — Tô excitado e irritado. Não quero sair por aí procurando consolo. Eu quero você.

Ela arregalou os olhos. Deu um passo pra trás.

— Assim? Agora?

— É, caralho. Agora. — avancei um passo. — Ou me ajuda a me acalmar, ou eu vou atrás de outra. E sinceramente? Não tô a fim de arriscar hoje. Só preciso de uma mulher. E quero te comer.

Ela respirou, encarando meu peito enquanto eu tirava a camisa, jogando longe. Minhas veias ainda pulsavam do estresse — e de tesão.

— Eu, eu não sei...

— Tira minha cueca. — ordenei, baixo, rouco. — Conversamos sobre sua irmã depois. Agora sem chance. Preciso de um boquete.

Ela não respondeu logo. Estava tensa. As mãos meio incertas.

— Eu… eu não sei o que é isso… bom, não literalmente.

— Não mente pra mim, Riley. Não hoje. — toquei o rosto dela. — Tive um dia infernal. Amanhã provavelmente vou precisar sujar as mãos. Agora... eu só quero esquecer. Então, se não quer abrir as pernas, me faça esquecer de outro jeito. Chupe direito e sem reclamar. Pelo amor de Deus, pare de ser frígida.

Ela hesitou… mas obedeceu. Sentei esparramado na poltrona, Riley colocou os dedos trêmulos no cós. Então seu olhar… ficou diferente. Quase inocente, e ainda assim curiosamente provocador.

Ela me encarava como se estivesse entrando em um território desconhecido — e eu estava deixando. Não por fraqueza. Mas porque, de alguma forma, aquela hesitação dela me prendia mais do que qualquer mulher experiente já conseguiu.

Inclinei o corpo pra frente, devagar, e deixei meus dedos deslizarem por cima do tecido do vestido. Subi pelas coxas dela até alcançar sua cintura, sentindo seu corpo tremer só com o toque.

— É assim que começa. Aperta mais a mão — sussurrei. — Mas você vai me deixar maluco se continuar fingindo que não sabe o que está fazendo.

Ela engoliu em seco, as mãos ainda pousadas em mim, como se esperasse instruções. Eu poderia rir. Ou perder o controle de vez. Não fiz nenhum dos dois. Apenas levei minha boca até o ouvido dela.

— Sabe o que eu quero? Quero que me provoque... com esse jeito seu que parece não saber nada. Mas que no fundo... quer saber tudo.

Ela fechou os olhos, os lábios entreabertos. O coração batia forte contra meu peito, mesmo com a distância entre nós. Desci as mãos pelas costas dela e a pressionei contra mim, o vestido ainda entre nós, como um limite frágil que resistia por pouco.

— Vai continuar com esse olhar inocente? — murmurei, com um meio sorriso. — Ou vai fazer o que eu digo?

Ela não respondeu com palavras, mas deixou as mãos deslizarem um pouco mais. Seu toque ainda era leve, incerto… e isso só me fazia perder ainda mais o controle.

Passei o polegar pelo lábio inferior dela, sem pressa.

— Quero te ver decidida, Riley. Quero que aprenda... a me fazer enlouquecer, se for capaz. — Inclinei a cabeça. — Mas agora, só obedece.

Ela assentiu, tímida… mas com uma faísca nos olhos.

— Engole essa porra. Aperta os lábios, passe a língua. — Enlouqueci quando fez.

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