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Roubada no altar pelo chefe da Máfia romance Capítulo 180

Capítulo 180

Riley Black

Dez meses depois

O sol começava a cair sobre os jardins da mansão Black, tingindo o gramado de dourado e as copas das árvores de cobre. Balões em tons de azul, marrom e branco dançavam com o vento, e o som das risadas infantis misturava-se à música suave que vinha do pátio. Era o primeiro aniversário de Theodore Black — e, por um instante raro, o império de aço e sangue dos Black parecia apenas uma família reunida.

Eu observava Luca ajudar nosso filho a soprar a pequena vela. Ele segurava a mãozinha do Theo com tanto cuidado que parecia temer que o mundo pudesse quebrar se o deixasse cair. O sorriso dele era diferente hoje — leve, livre de qualquer sombra. Apenas um pai.

— Pronto, campeão. — ele murmurou, encostando o nariz no do pequeno. — Já é tradição: primeiro aniversário, primeira vitória.

Theo bateu palminhas, riu, e parte do glacê do bolo ficou grudado na testa dele. Eu ri também, limpando com o guardanapo.

— Ele tem o dom de transformar bagunça em arte. — comentei.

— Isso é genético. — Luca respondeu, arqueando uma sobrancelha. — A culpa é sua.

O riso escapou de mim antes que eu pudesse esconder. Era bom rir. Era bom sentir leveza outra vez.

Perto dali, Rúbia embalava Andrew, de quase dez meses, enquanto Mia corria pelo gramado com o vestido amarelo balançando. Derrick observava com os braços cruzados, fingindo vigilância, mas o sorriso no canto da boca o traía.

— Se ela cair, vai levantar antes de você chegar. É forte e corajosa. — disse Luca, ao passar por ele.

— Igual ao pai. — Derrick respondeu, orgulhoso.

Minha mãe conversava com o velho mordomo na varanda. Ele mantinha a postura impecável, mas os olhos entregavam o afeto de quem viu essa família nascer e sobreviver.

Quando voltei minha atenção para o portão, percebi a chegada de um homem alto, de postura firme e olhar analítico. Ele cumprimentou Luca com um aperto de mão firme — daqueles que carregam histórias que não se contam em público.

— Achei que não viria. — disse Luca.

— Prometi que apareceria, e eu cumpro promessas. — respondeu o homem, com sotaque americano puxado. — Não poderia perder o aniversário do garoto.

Luca o apresentou, voltando-se para mim.

— Riley, este é Thomas Walker. — disse. — Um velho amigo.

Assenti com um sorriso educado.

— Prazer em conhecê-lo.

— O prazer é meu, senhora Black. — ele respondeu, num tom sério, mas gentil. — Seu marido fala pouco, mas o bastante pra eu saber que vocês têm um império sólido e uma família bonita.

— Um império com fraldas e mamadeiras, também. — comentei, e ele esboçou um breve sorriso.

Logo depois, sua esposa se aproximou — uma mulher loira, elegante, com um olhar sereno.

— Ah, Riley, esta é Emmy. — Luca explicou.

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