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Roubada no altar pelo chefe da Máfia romance Capítulo 23

Capítulo 23

Riley Collins

A ardência continuava forte, quase pulsante. Fechei os olhos, respirei fundo. E então... senti algo quente escorrendo de mim no mesmo instante em que olhei para o que Luca olhava.

— Não... — murmurei, sentando devagar, o lençol manchado sob mim.

Havia sangue. Mais do que da outra vez. Muito mais.

Meu coração disparou. Olhei para Luca, que já estava em pé, andando pelo quarto com uma tensão nova no olhar. Parou diante do telefone e discou um número com pressa.

— Doutor Oliver Marques... sou eu. Venha agora. É urgente. — sua voz soou firme, e por um segundo, fiquei assustada. — Sim, ela sangrou muito. Preciso que veja isso pessoalmente. Traga tudo o que for necessário.

Desligou sem esperar resposta.

— Luca... — minha voz saiu baixa, trêmula. — O que está acontecendo comigo?

Ele se virou, se aproximando rápido.

— Calma. É melhor o médico examinar. — parou diante da cama, avaliando meu corpo e o lençol manchado. — Consegue andar?

Assenti com dificuldade, tentando ignorar a ardência ao me mover. Mas quando me apoiei para levantar, senti uma pontada aguda.

Ele não esperou mais.

— Vem cá. — me pegou no colo de novo, como se eu fosse feita de vidro. — Vamos pra banheira.

Me aninhei em seu peito, escondendo o rosto. Ele me carregou até o banheiro, com cuidado, e me sentou na beirada da banheira antes de abrir a torneira. A água morna começou a encher o espaço, o vapor subindo lentamente.

— Me avisa se a água estiver quente demais — disse, testando com a mão.

Depois me ajudou a entrar. A temperatura era perfeita, mas cada movimento doía. Ele se ajoelhou ao lado, pegando uma esponja, e começou a me lavar, com delicadeza.

Era estranho. Luca Black, o mesmo homem que me roubou no altar e que até poucos dias atrás eu considerava um canalha completo, agora esfregava minha pele com uma expressão de culpa.

Seu membro ainda estava... ativo. Ele parecia constrangido com isso, tentando se posicionar de modo que eu não notasse — mas notei. Só não disse nada.

Ele se lavou também, do outro lado, com o chuveiro. Depois saiu primeiro, vestiu-se às pressas, voltou com uma toalha e me ajudou a sair da banheira.

— Devagar... cuidado com o piso.

Quem é esse homem? Está parecendo outro.

Ele me enxugou com movimentos firmes, mas gentis. Quando ajoelhou para secar minhas pernas, ficou em silêncio por longos segundos. Só depois se levantou e voltou com uma camiseta grande demais para mim — provavelmente dele.

— Vai ficar melhor com isso. Vem cá.

Me ajudou a vestir, sem dizer uma palavra além do necessário.

Eu olhava para ele como se estivesse vendo outro homem. Não era arrogante agora. Tinha um certo cuidado, parecia arrependido. Como se, de algum jeito, ele achasse que aquilo era culpa dele.

Uma batida na porta nos interrompeu.

— É o médico — disse Luca, se apressando para atender.

Dr. Oliver Marques entrou com uma maleta e expressão séria. Um homem de seus cinquenta e poucos anos, cabelos grisalhos e olhos atentos me olhava com preocupação.

— O que aconteceu? — perguntou com calma.

Luca explicou rapidamente:

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