Ísis piscou, surpresa com a mudança repentina de tom. Ele a guiou até a cama com as mãos na cintura dela.
— Mas… eu sou a enfermeira — ela tentou protestar, com um sorrisinho desafiador.
Alex riu baixo, empurrando-a gentilmente até que ela caísse de costas sobre o colchão. Ele subiu sobre ela, os joelhos ao lado de seus quadris, prendendo-a com o peso do corpo sem esmagá-la.
— É verdade. Você é a enfermeira gostosa pra c@ralh0 — murmurou ele, descendo o rosto até o pescoço dela, roçando os lábios quentes na pele. — Mas o remédio que esse paciente precisa hoje não é você me chup@ndo. É o contrário.
Ele desceu as mãos pelas laterais do corpo dela, apertando a cintura, depois as coxas, abrindo espaço para si. Seus olhos brilhavam com malícia e desejo puro.
— O tratamento começa comigo te chup@ndo até você não aguentar mais. Quero sentir você tremendo debaixo da minha boca, molhada pra mim… e principalmente quero ouvir você gemendo o meu nome bem alto, enfermeira. “Alex… por favor, Alex…” — imitou ele, a voz grave e provocante. — Isso sim vai me curar.
Ísis soltou um suspiro trêmulo quando ele beijou o vale entre os seios, descendo devagar pelo corpo, as mãos subindo por baixo da saia curta da fantasia, empurrando o tecido branco para cima.
— Deixa de ser teimosa e abre essas pernas pra mim — ele sussurrou contra a pele da barriga dela, mordiscando de leve. — Hoje o paciente vai cuidar da enfermeira. E você vai gemer meu nome até esquecer o resto.
Ele ergueu o olhar para ela, o sorriso perigoso de volta, esperando que ela se rendesse. As mãos dele continuavam firmes nas coxas dela, prontas para puxá-la exatamente para onde ele queria.
Já passavam das vinte horas. Depois que Olga, Frederico e Felipe foram embora, a mansão mergulhou num silêncio quase melancólico.
Olívia ainda passou no quarto da filha antes de se recolher.
Encontrou Liam sentado na poltrona próxima à janela, com Meredith acomodada nos braços. A menina estava sonolenta, lutando contra o sono enquanto brincava distraidamente com os botões da camisa dele.
Por um instante, Olívia permaneceu parada na porta. Observando. Liam não levantou os olhos. Não disse uma palavra. Nem ela.
Apenas aproximou-se devagar, inclinou-se e beijou a testa da filha.
— Boa noite, meu amor. Que Deus cuide dos seus sonhos e dos seus caminhos. Que os anjos protejam você sempre. Eu te amo!
A voz saiu baixa. Cheia de carinho. Meredith abriu um sorriso sonolento ao ouvir a mãe. Olívia sentiu o coração apertar. Passou a mão pelos cabelinhos da menina mais uma vez e se afastou.
Liam continuava em silêncio. Os olhos presos na filha. Como se o resto do mundo tivesse deixado de existir. Ela saiu do quarto sem olhar para trás.
As horas passaram. Já eram quase onze da noite. Olívia havia acabado de sair do banho e seguiu para o closet. Acreditava que Liam não dormiria na mansão outra vez. Depois de deixar a toalha de lado, parou diante do espelho e observou o próprio reflexo em silêncio.
Até ouvir a porta do closet abrir. O coração acelerou imediatamente. Por um segundo ridículo, uma parte dela esperou que ele olhasse.
Que dissesse alguma coisa. Qualquer coisa. Mas ele apenas entrou. Frio. Distante. Como se ela não estivesse ali. Como se fosse invisível. Olívia sentiu o peito apertar. A mandíbula travou.
— Você acha que vai me fazer sofrer com esse desprezo... — sussurrou para si mesma, numa voz baixa e teimosa. — Está muito enganado. Eu não estou nem aí para você.
Era mentira. E ela sabia. Os olhos arderam imediatamente. Enquanto colocava a lingerie diante do espelho, as lágrimas começaram a cair sem permissão. Silenciosas. Irritantes. Humilhantes. Ela as enxugou com raiva.
Alguns minutos depois, Liam reapareceu arrastando uma mala. A expressão fechada. O olhar vazio. Mais uma vez sem olhar para ela. Quando chegou à porta do closet, parou. Por apenas um segundo.
— Se Meredith precisar de alguma coisa, me liga.
A voz saiu baixa e controlada. Ele não a encarou. Não demonstrou emoção alguma. Saiu do quarto como se aquela conversa tivesse terminado antes mesmo de começar.
Dois dias depois, a empregada abriu a porta da cobertura sem demora. Laura entrou já balançando a cabeça.
— Eu sabia. — Soltou o ar pelo nariz. Os olhos percorreram a sala ampla. — Sabia que você não ia ficar na outra cobertura.
Liam estava próximo à janela. Terno escuro. Uma mala ao lado. O olhar perdido em Manhattan. Ele virou o rosto quando ouviu a voz da irmã. Apenas o suficiente para vê-la se aproximar.
Laura foi direto até ele. Os braços envolveram seu pescoço num abraço apertado. Depois depositou um beijo carinhoso em seu rosto.
— Oi, meu amor. — Laura murmurou junto ao rosto dele, apertando o abraço por mais um segundo antes de recuar.
Liam fechou os olhos por um breve instante. Só um. Depois apoiou uma das mãos nas costas dela.
— Oi, Princesa. — A voz saiu baixa. Os dedos dele deram uma leve pressão nas costas dela antes de a mão voltar a ficar imóvel.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Segredos De Uma Noite Meu Marido Por Contrato (Olivia)
Acabou o livro? Mais de uma semana sem capítulos novos . . . ....
pelo que entendi estao postando de 20 dias a mais, quando vamos ler os novos capítulos nem se lembra mais o que estava nos capítulos anteriores, é preciso voltar p se atualizar. por favor poderiam postar tudo logo, já está ficando chato....
Até que enfim depois de 3 semanas divulgaram novos capítulos...
Mais capítulos já tem 3 semanas que li o cap 551. O romance é bom, mas ficar aguardando liberar capítulos é muito ruim....
Ivanete de fatima cerqueira de miranda...
Capitulo 552 ansiosa pra ler......
Fica difícil acompanhar a história pq demora muito para desbloquear os capítulos, está parado no 534 a muitos dias....
Era bom que fossem divulgado 3 capítulo por dia como era antes, pq fica muito chato esperar 2 ou 3 semanas pra ler...
Espero que não demore muito pra divulgar o capítulo 552 pq passou 3 semanas pra postar os capítulos 530 a 551. Mal posso esperar...
pelo amor de deus não nos abandone mais, "ansiosicima" para os demais capítulos...