ARES BECKETT
O dia na matriz Beckett Industries havia sido exaustivo. A única coisa que me mantinha são e focado era saber que, ao cruzar a porta da mansão, eu encontraria a minha esposa.
Normalmente, Rubi me esperava na sala de estar. Ela gostava de ficar enrolada em um cobertor no grande sofá, lendo algum relatório do seu setor ou assistindo a algo na TV, pronta para me receber com um beijo que apagava qualquer problema do meu dia.
Mas quando entrei, a casa estava em silêncio e as luzes da sala estavam apagadas.
Tirei o paletó, afrouxei a gravata e subi as escadas. Rubi não estava se sentindo bem de manhã, talvez ainda não estivesse bem e foi dormir.
Abri a porta da nossa suíte devagar.
Ela estava sentada na nossa cama, usando um roupão de seda curto.
— Boa noite, esposa — murmurei, me aproximando devagar. — Aconteceu alguma coisa?
Ela balançou a cabeça rapidamente, um sorriso tímido se formou nos seus lábios carnudos.
— Não, meu amor. Eu estou perfeitamente bem. Na verdade... tenho um presente.
Parei ao lado da cama e franzi a testa, confuso.
— Um presente? Não é meu aniversário, Rubi. E o nosso aniversário de casamento ainda está longe.
Ela estendeu as mãos na minha direção. Havia uma pequena caixa entre os dedos dela.
— Apenas abre, Ares. Por favor.
Sentei na beirada da cama, de frente para ela. Peguei a pequena caixa, sentindo o olhar ansioso da minha mulher queimar sobre mim. Com cuidado, tirei a tampa.
Dentro da caixa repousavam três pequenos bastões. Um visor digital exibia uma palavra muito clara: Grávida.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA!