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Senhor Ramos, ele não é seu filho! romance Capítulo 1094

— Será que alguém está fazendo brincadeiras comigo? Você está aqui, não traga outras pessoas para brincar. Por favor, mande essa pessoa ir embora.

Ela estava mesmo com medo e sua voz parecia que ia chorar.

Em dois segundos, a campainha parou.

O suor que se formou em sua testa juntou-se em gotas e escorreu pelo seu rosto.

— Que susto.

Ela se sentou no chão, mas quanto mais pensava, mais sentia medo.

Depois que ela falou aquilo, a campainha parou. Será que isso significava que alguém realmente veio brincar com a mãe de Fernando?

Antes que esse pensamento terminasse, a campainha tocou novamente, cada vez mais rápido.

Oceana, como se tivesse levado um choque, pegou o celular e correu para dentro.

O toque estava ainda mais desesperado e, assim como antes, não havia ninguém lá fora.

Ela ligou para Sabrina imediatamente pedindo ajuda.

Mas demoraria para Sabrina chegar, e nesse intervalo, a campainha tocou mais algumas vezes. Ela se ajoelhou e reverenciou a urna da mãe de Fernando através da porta.

— Que tal eu abrir a porta, e a senhora vai brincar lá fora, não na minha casa, pode ser?

Ela pensou nisso, correu até a porta com toda a coragem, fechou os olhos no momento de abrir, empurrou a porta e correu de volta.

Ela empurrou com tanta força que a porta bateu contra a parede com um estrondo alto.

Mas ela não ligou, correu de volta para o quarto, trancou a porta, deitou-se na cama e ficou parada.

Até que finalmente Sabrina chegou.

Ela correu para fora do quarto e se atirou na figura que estava na porta.

Ela nem ligou que quem estava na porta não era Sabrina.

— A fechadura deve estar quebrada.

— Impossível, eu acabei de comprá-la. — Oceana estava certa do que dizia.

Henrique apertou a fechadura duas vezes e ela fez um barulho mecânico. — Erro, erro...

Ele mexia na fechadura enquanto Oceana chacoalhava o braço de Sabrina. — Me leva para casa, não consigo ficar mais nem um dia aqui!

Sabrina lhe deu um olhar tranquilizador. — Certo, te levo para casa logo. Mas deixa ele ver o que aconteceu com a fechadura primeiro, não podemos sair com a porta aberta.

Assim que ela terminou de falar, o elevador desceu sozinho.

Oceana olhou para os andares do elevador descendo e puxou o ar; quem estaria usando o elevador àquela hora?

O mais esquisito de tudo era que o elevador chegou ao primeiro andar e, dois segundos depois, subiu devagar, se aproximando do andar deles.

Por fim, ele parou no andar deles. As portas se abriram lentamente e o elevador estava vazio!!!

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