Henrique se apoiou no armário da entrada e olhou para baixo: o pequeno menino se levantava se segurando na sua perna, todo ofegante de cansaço.
Ele tinha a sensação de que, para Sabrina, Oceana era mais importante do que ele próprio e o filho juntos.
— Então faça companhia para ela, eu vou cuidar do Noriel.
Sabrina não esperava que ele assumisse a grande responsabilidade de cuidar de Noriel.
— Você ainda tem que lidar com o trabalho, vai ficar muito cansado. Só trazê-lo para o Hotel Lumière, a presença dele vai distrair a Oceana.
Henrique: — Você cuida da doida aí. Deixa o bebê que precisa mamar comigo.
Sabrina ainda quis lutar um pouco.
Porque ela também sentia falta de Noriel. Se ficasse um dia sem vê-lo, sentiria saudades do garotinho.
Henrique: — Pronto, está na hora do almoço. Coma bastante e se cuide.
Antes de Sabrina conseguir dizer algo, Henrique já estava com intenção de desligar.
Ouvindo isso, Sabrina só pôde responder: — Então você também cuide bem do Noriel e de si mesmo. Me mande fotos e vídeos do Noriel quando tiver tempo.
— Uhum.
Henrique concordou, mas, depois de desligar, não enviou nenhuma foto para Sabrina.
Apenas fazendo Sabrina sentir falta é que ela entraria em contato por iniciativa própria.
Durante a tarde, Sabrina assistiu a uma nova comédia no cinema com Oceana.
Era um filme dirigido por um velho comediante da infância delas, que recrutou atores modernos para refazer uma comédia dos anos 80 e 90.
Era empolgante e muito legal. Nas partes engraçadas, Oceana rolava de rir.
Ao ver o ator atual no filme que interpretava o tio-avô mestre traindo a equipe, Oceana o xingou duramente.
— É um absurdo! Só porque a protagonista não gosta dele, ele trai a equipe toda e faz todo mundo perder o jogo!
— Canalha! Homem maldito!
Sabrina rapidamente tapou a boca dela e pediu desculpas às pessoas ao redor.


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Os comentários dos leitores sobre o romance: Senhor Ramos, ele não é seu filho!