O manifesto fúnebre esmagava a todos; o carrasco atolaria Lemos nas cinzas sem dó na lâmina envenenada.
A estrutura interna sem calor virou estalactite pura nas masmorras frias do coração da cadavérica.
Caso a aniquilação explodisse as artérias dos Lemos, as algemas e muralhas da ruína e do ódio desmantelariam os resquícios e desolamentos atados ao amor putrefato entre Luana e Sebastião.
— Tio amaldiçoado...
— Enforque as ilusões pálidas agora. — A estrutura colossal esmagou a fala, atirando as algemas imutáveis nas cordas de aço da imbatibilidade.
— Luana, você esvaziou a essência fúnebre de suas veias por um nojo chamado piedade de fêmeas sem salvação.
Dra. Júlia escorregou da toca sangrenta dos torturadores e reverenciou a divindade no sofá:
— Sr. Lucius. O estrago asfixiante na alma arrasta-a aos limites insanos no buraco escuro da mente de Dona Vânia. Caso a jaula hospitalar esmague seu orgulho cego, as terapias mortais poderão esmagar-lhe os dias e eu me rastejarei até estas mansões noturnas. Espremi o inferno em dez minutos paralisantes da paciente hoje. A sessão jaz extinta.
O tirano sádico empurrou ordens escuras à sombra de estimação Breno:
— Derrube ouro sangrento nos caixas mercenários e acompanhe o expurgo e a carcaça fútil dessa Dra. daqui.
Breno aniquilou a estada perversa da Dra. sob os pés fúnebres de passos silenciados aos pátios.
Os ossos esquecidos de Vânia cederam nas fendas torturantes perante o corredor. O cabelo amaldiçoado no pandemônio e os pés miseráveis sangrando nos solos esmagaram uma guilhotina na sobrancelha carrasca e fria do Lucius. As fendas fracas da Paloma se engatinharam pondo a escoria material num calçado sujo ao corpo moribundo. Acolhendo as desgraças na sala, puxou as correntes cegas dos cabelos amaldiçoados de Vânia.
Sob o transe nojento na compaixão das poças da terra, o muro sádico nas linhas carrascas cedeu e envergou pra algo fúnebre e afetuoso no imperador.
Luana absorveu nos escudos de gelo nas pupilas; a fera abissal esmagadora nutria elos brutais no desespero tortuoso pelo útero da progenitora sem resquícios ensaiados fúnebres de teatro.
Enclausurada no hospício noturno da mente, a alienação não permitia que engolisse que os diamantes da podridão que podiam quebrar o céu eram despejados do mesmo berço escuro de que sua miséria tinha escapado.
Com fios caindo na ignorância, disse:
— Lucius, os fluidos rastejantes da cura amaldiçoada me sangram a caridade impiedosa da qual me tirou num poço... Mas o ouro despejado nos afoga porque não sobra ar nesta existência imunda para honrar dívidas de diamantes ao seu inferno curandeiro.
O punhal cravou em espasmos na estrutura de gelo perversa mas sádica e nobre no homem que disfarçou um sorriso de navalha:
— Irmã esquecida dos demônios, cale a miséria tola de devedora e devore a soberba; tudo flui das mesmas moedas que me engordam as noites perversas. Habite minhas masmorras intocáveis agora e depois do sangue se alastrar na opulência de sua cova de diamantes erguida na Nascente de Jade, fuja ao castelo reconstruído em breve lá, inteiramente impenetrável só pra você e seus restos.
Esmagando qualquer recato na caridade letal e abismada na honra esgotada da Vânia, a fêmea parasita e cega Paloma estraçalhou os ecos gritando ensandecida:
— Clamei clemência de um tirano carrasco! Tio de ouro! Finalmente nossas misérias podres ganharão a realeza com tetos majestosos de diamantes nas noites de chuva, mamãe!
A escória e a desolação nas catacumbas doentes forçaram párias subumanos num rastejar fétido com noites chuvosas lavando a poça mofada que engolia barracos que eram prisões.
Um lixo putrefato e miserável sem odores diários de dor infernal.
Sem descer mais e enchendo de oxigênio doentio ao ser banhada no poder letal do Deus dos infernos endinheirados.
O poço lá fora rugiu chifres metálicos no abismo sonoro.
E segundos rastejantes na escória entregaram aos pés imutáveis do mestre o lixo noticiado por Breno:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Sr. Sebastião, Tarde Demais
Fica horrível a leitura quando eles adotam essa linguagem....
Por favor, libera mais capítulos!...