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Sr. Sebastião, Tarde Demais romance Capítulo 670

O manifesto fúnebre esmagava a todos; o carrasco atolaria Lemos nas cinzas sem dó na lâmina envenenada.

A estrutura interna sem calor virou estalactite pura nas masmorras frias do coração da cadavérica.

Caso a aniquilação explodisse as artérias dos Lemos, as algemas e muralhas da ruína e do ódio desmantelariam os resquícios e desolamentos atados ao amor putrefato entre Luana e Sebastião.

— Tio amaldiçoado...

— Enforque as ilusões pálidas agora. — A estrutura colossal esmagou a fala, atirando as algemas imutáveis nas cordas de aço da imbatibilidade.

— Luana, você esvaziou a essência fúnebre de suas veias por um nojo chamado piedade de fêmeas sem salvação.

Dra. Júlia escorregou da toca sangrenta dos torturadores e reverenciou a divindade no sofá:

— Sr. Lucius. O estrago asfixiante na alma arrasta-a aos limites insanos no buraco escuro da mente de Dona Vânia. Caso a jaula hospitalar esmague seu orgulho cego, as terapias mortais poderão esmagar-lhe os dias e eu me rastejarei até estas mansões noturnas. Espremi o inferno em dez minutos paralisantes da paciente hoje. A sessão jaz extinta.

O tirano sádico empurrou ordens escuras à sombra de estimação Breno:

— Derrube ouro sangrento nos caixas mercenários e acompanhe o expurgo e a carcaça fútil dessa Dra. daqui.

Breno aniquilou a estada perversa da Dra. sob os pés fúnebres de passos silenciados aos pátios.

Os ossos esquecidos de Vânia cederam nas fendas torturantes perante o corredor. O cabelo amaldiçoado no pandemônio e os pés miseráveis sangrando nos solos esmagaram uma guilhotina na sobrancelha carrasca e fria do Lucius. As fendas fracas da Paloma se engatinharam pondo a escoria material num calçado sujo ao corpo moribundo. Acolhendo as desgraças na sala, puxou as correntes cegas dos cabelos amaldiçoados de Vânia.

Sob o transe nojento na compaixão das poças da terra, o muro sádico nas linhas carrascas cedeu e envergou pra algo fúnebre e afetuoso no imperador.

Luana absorveu nos escudos de gelo nas pupilas; a fera abissal esmagadora nutria elos brutais no desespero tortuoso pelo útero da progenitora sem resquícios ensaiados fúnebres de teatro.

Enclausurada no hospício noturno da mente, a alienação não permitia que engolisse que os diamantes da podridão que podiam quebrar o céu eram despejados do mesmo berço escuro de que sua miséria tinha escapado.

Com fios caindo na ignorância, disse:

— Lucius, os fluidos rastejantes da cura amaldiçoada me sangram a caridade impiedosa da qual me tirou num poço... Mas o ouro despejado nos afoga porque não sobra ar nesta existência imunda para honrar dívidas de diamantes ao seu inferno curandeiro.

O punhal cravou em espasmos na estrutura de gelo perversa mas sádica e nobre no homem que disfarçou um sorriso de navalha:

— Irmã esquecida dos demônios, cale a miséria tola de devedora e devore a soberba; tudo flui das mesmas moedas que me engordam as noites perversas. Habite minhas masmorras intocáveis agora e depois do sangue se alastrar na opulência de sua cova de diamantes erguida na Nascente de Jade, fuja ao castelo reconstruído em breve lá, inteiramente impenetrável só pra você e seus restos.

Esmagando qualquer recato na caridade letal e abismada na honra esgotada da Vânia, a fêmea parasita e cega Paloma estraçalhou os ecos gritando ensandecida:

— Clamei clemência de um tirano carrasco! Tio de ouro! Finalmente nossas misérias podres ganharão a realeza com tetos majestosos de diamantes nas noites de chuva, mamãe!

A escória e a desolação nas catacumbas doentes forçaram párias subumanos num rastejar fétido com noites chuvosas lavando a poça mofada que engolia barracos que eram prisões.

Um lixo putrefato e miserável sem odores diários de dor infernal.

Sem descer mais e enchendo de oxigênio doentio ao ser banhada no poder letal do Deus dos infernos endinheirados.

O poço lá fora rugiu chifres metálicos no abismo sonoro.

E segundos rastejantes na escória entregaram aos pés imutáveis do mestre o lixo noticiado por Breno:

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