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Último Desejo: a dançarina e o bilionário terminal romance Capítulo 145

"Valentina"

O Dante e eu deixamos para trás o quarto de hóspedes e o peso desagradável da noite anterior. Nós voltamos para o quarto que compartilhávamos desde o dia em que cheguei nesta casa e ele me atribuiu um lado na cama. O meu mauricinho estava exausto, mas o brilho dos seus olhos trazia um alívio imenso, deixando claro que ele me queria por perto.

Assim que ele trancou a nossa porta, quando ainda estava de costas para mim, eu joguei os documentos que ele me entregou de lado e me aproximei, segurei as lapelas do paletó dele e o puxei para fora do seu corpo, deixando a peça cair no chão. Eu passei os braços pela sua cintura, encostei o meu nariz nas costas do meu marido e inspirei o seu cheiro, ali não tinha traço do perfume da fulaninha. Ele segurou com cuidado as minhas mãos, me prendendo junto a ele. Suas mãos deslizaram carinhosamente pelos meus braços e eu puxei a gravata já desatada do seu pescoço e comecei a desabotoar a camisa devagar. Ele ficou quieto, dando pequenos suspiros de satisfação. Enquanto eu desabotoava a camisa, eu roçava o meu nariz em suas costas e deixava leves beijos sobre o tecido branco. Ele jogou as abotoaduras sobre os meus papéis e eu puxei devagar a camisa dos seus ombros.

Minhas mãos deslizaram pelas costas dele, como se fizessem um reconhecimento de cada milímetro de pele, e depois deslizaram pelos músculos dos seus braços. O Dante se virou para mim devagar, sem pressa para me tocar, apenas a satisfação de me sentir. Eu toquei os seus ombros e dei um beijo em seu peito, para só então minhas mãos mapearem os seus músculos do peitoral e abdômen.

- Nem o "Davi" de "Michelangelo" é tão perfeito! Ele choraria diante desse tanquinho! - Eu suspirei apreciando a vista.

- Ora, a Sra. Montenegro aprecia arte renascentista? - Ele perguntou divertido.

- Não, mauricinho, eu aprecio corpos humanos esculpidos. - Eu o encarei com um sorriso.

- Bom, então talvez eu possa apreciar também.

Ele passou os braços ao meu redor, suas mãos descendo para o meu traseiro e subindo pelas minhas costas, puxando a minha regata preta para cima e a tirando do meu corpo. Ele abaixou a boca na minha e reivindicou um beijo lento, sua língua entrelaçando na minha, explorando cada canto da minha boca. Um gemido de satisfação escapou da minha garganta quando ele tirou o meu sutião e comprimiu o meu peito contra a sua pele quente. Tudo isso enquanto me fazia dar pequenos passos de costas em direção ao banheiro. Logo ele já estava com as mãos no zíper do meu short e o arrancava do meu corpo junto com a calcinha.

- Você é tão linda, Valentina! - Ele murmurou roçando os seus lábios na minha orelha e deslizando as mãos pelo meu corpo.

Ele se livrou do restante de suas roupas, me deixando vidrada no seu membro que já havia despertado. Eu passei a língua nos lábios e ele riu da minha cobiça aos seus atributos. Ele me puxou para o box e abriu a ducha, me puxando com ele para debaixo da água escaldante.

- Você disse que ia esfregar o meu corpo, Encrenca. - Ele cobrou e me entregou a esponja de banho, derramando uma quantidade generosa de espuma nela.

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