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Uma noite, uma vida romance Capítulo 90

DUDA NARRANDO:

Sem perder tempo, levantei-me, pegando minha calcinha no chão.

Olhei para Renato com um sorriso malicioso e coloquei as mãos dele acima da cabeça, amarrando seus punhos com o tecido macio da minha calcinha. O olhar dele era uma mistura de surpresa e t3são. Lentamente, tirei a cueca dele, revelando o mastr0 completamente dur0, gross0, com a cabeç@ rosa e brilhante.

A visão fez meus olhos brilharem de desej0.

— Eu vou te mostrar do que eu gosto — sussurrei, com um sorriso provocante.

Fiquei de quatr0 na cama, me inclinando sobre ele. Minhas mãos envolveram o mastr0 dele enquanto eu começava a punh3tá-l0 devagar. A cada movimento, ele mordia os lábios e jogava a cabeça para trás, completamente entregue ao praz3r.

Inclinei-me mais e, com a l1ngua, comecei a fazer círculos em torno da cabeça do p@u dele. O gosto, a textura, tudo nele me fazia querer mais.

A boca de Renato se abriu em um g3mido alto.

– Cazzo! Que boca gostos@! — ele rosnou, com sua voz grave carregada de desejo.

Continuei, mergulhando ainda mais fundo, até sentir o mastr0 tocando minha garganta. Renato suspirava alto, os olhos fechados de puro prazer. Enquanto chupava, segurei as bolas dele, massageando suavemente, e não deixei de observar cada acontecimento em seu rosto.

O prazer estampado em suas expressões me deixou ainda mais motivada.

— Você é muito gostosa! Eu quero te tocar... — ele disse entre respirações pesadas, lutando contra os nós da calcinha.

— Calma, primeiro é a minha vez de brincar com você — retruquei, ainda com a língua trabalhando habilidosamente no mastro dele.

Então me levantei, puxei sua boca para a minha, e o beijei de língua, sentindo o sabor dele misturado ao meu. Ele gemeu contra meus lábios, e eu puxei de leve os lábios dele, provocando-o ainda mais.

Então, sentei sobre ele novamente, esfregando minha intimidade contra a pele do seu mastro duro. O atrito era delicioso.

O tesão crescia dentro de mim, e quando o segurei com firmeza seu p4u o posicionei na entrada da minha intimidade, desci devagar, sentindo cada centímetro dele me preencher. Gemidos baixos escapavam de mim, enquanto eu o empalava completamente.

Eu não era mais virgem, mas a sensação de ter Renato com um car4lh0 tão grosso dentro de mim era única, intensa.

Quando sentei até o talo, cravei minhas unhas no peito dele, olhando-o com malícia. Comecei a rebolar devagar, me esfregando e sentindo ele completamente dentro de mim. Subia e descia, travando e fechando ao redor do seu cacete, vendo o efeito que meus quadris quando se movimentavam tinham sobre ele.

Renato mordeu os lábios, a cabeça jogou para trás nos travesseiros, tentando se soltar da amarração.

– Cazzo! Isso, cavalga gostos0 em cima de mim, pimentinha! — ele dizia ofegante, com sua voz compartilhada de t3são.

— Você não viu nada ainda — respondi, com minha voz baixa e provocante.

Apoiei-me nos pés, com as mãos nos joelhos, começando a cavalgá-lo com mais força, mais rápido, ao som da música de reggaeton que tocava ao fundo. Minha x0ta exposta, deslizando pelo mastro dele, me deu uma sensação de poder indescritível. Eu sabia que ele estava completamente à mercê de mim, e isso me exc1tava ainda mais.

Renato, completamente tomado pelo desejo, levou os pulsos até a boca, tentando desamarrar desesperadamente o nó da calcinha. Quando finalmente conseguiu, suas mãos vieram direto para minha bunda. Ele me apertava com força, enquanto se sentava e começava a m3ter mais forte dentro de mim. Cada estocada me fez ver estrelas, e logo nossos lábios se encontraram em um beijo intenso, quente, cheio de desejo.

Ele apertou meus mamilos com as mãos, e eu fiquei completamente enlouquecida.

Um gemido escapou de mim enquanto sentia Renato me preenchendo mais fundo a cada movimento.

Ele era tudo o que eu queria naquele momento.

Renato me olhou com aqueles olhos de predador, o corpo dele, forte e moreno, brilhava sob a luz suave do quarto. Em um movimento rápido, ele me deitou na cama, ficando por cima, exibindo o poder que tinha sobre mim naquele momento. Meu corpo inteiro queimava de desejo enquanto ele me penetrava com força, sem aviso. Eu gemi alto, sentindo cada centímetro dele me preenchendo completamente, indo cada vez mais fundo.

Ele segurou meu pescoço com firmeza, mas o que me prendeu mesmo foi o olhar penetrante dele, feroz, d0minador, me desafiando a resistir.

Eu não consigo nem piscar.

Gemi outra vez quando meu corpo cedeu ao segundo orgasmo. Eu estava molhada, totalmente entregue, suada, e mesmo assim, nós dois queríamos mais.

Renato me fodeu com tanta intensidade que eu perdi a conta de quantas vezes meu corpo cedeu ao prazer. E então, com uma última estocada forte, ele gozou tirando seu mastro de dentro de mim, despejando o líquido na minha bunda, me deixando completamente melada.

Puxou minha nuca para trás e me beijou com uma fome, uma urgência que só me fazia desejar mais.

— Vamos pro banho pimentinha — ele disse ofegante, me pegando pela mão e me levando ao banheiro.

A água quente do chuveiro escorria pelos nossos corpos, mas o calor entre nós era ainda mais intenso. Ele me prensou contra a parede de azulejo, e eu soltei um gemido quando ele me penetrou de novo por trás, suas mãos apertando minha bunda enquanto ele batia com força e precisão.

Os dedos dele deslizaram até meu rabinho, e ele sussurrou no meu ouvido:

— Posso entrar aqui também?

— Eu adoro — respondi sem hesitar, sentindo uma onda de excitação para sentir ele em todos os meus buracos.

Saímos do banho, ele me levou de volta para o quarto, mas dessa vez me colocou na cama empurrando minhas costas com a palma da sua mão, fazendo meu rosto tocar a cama, me deixando de quatro. Eu senti o calor do olhar dele nas minhas costas enquanto ele se ajoelhou atrás de mim. A língua dele começou a trabalhar no meu rabinho, me chupand0, me deixando molhada e completamente lubrificada. Eu gemi alto, com meu corpo tremendo, sentindo cada segundo de prazer. Renato passou óleo por toda a minha pele, deixando minha bunda brilhando, preparada.

Ele colocou uma camisinha que tirou da cabeceira da sua cama e me penetrou devagar, beijando minha nuca enquanto segurava meus seios. A pressão no meu rabinho me fez gemer de prazer, e eu sabia que não aguentaria muito tempo.

— Cazzo! Tão apertada! Que rab0 delicioso! — Ele rosnou

— Isso, continua Renato — gemi, enquanto ele começava a me foder com mais força, preenchendo-me completamente.

Renato acelerou o ritmo, me segurou com força, com o corpo dele colado no meu, cada estocada me deixou mais entregue, até que, com um último impulso, ele gozou fundo dentro de mim. Meu corpo inteiro tremia de prazer. Meus joelhos estavam fracos, minhas pernas bambas.

Eu estava completamente satisfeita, sem forças, mas com um sorriso malicioso nos lábios.

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