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Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 133

POV: DOMINIC FERRARO

Retirei meu membro de dentro dela, deixando a entrada da sua intimidade pulsando no vazio, exposta ao ar frio da sala. Alessia estava trêmula, o peito subindo e descendo em uma luta desesperada por oxigênio, as costelas marcando a pele a cada arquejo. Aproximei-me do seu ouvido, a voz saindo como uma sentença de morte, carregada de uma promessa que ela sabia que eu cumpriria.

— Você só vai gozar quando eu deixar, principessa. E hoje, eu não estou com vontade de ser generoso.

Ela soltou uma risada curta, abafada pelo esforço, e virou o rosto o suficiente para me lançar um olhar carregado de desafio, as pupilas tão dilatadas que o verde dos seus olhos era apenas um anel fino de resistência.

— O que você quer, Dominic? Quer que eu implore? — ela provocou, mesmo com as pernas falhando e o corpo pendurado pela corda de borracha.

— Não. Eu quero que você goze pela primeira vez enquanto eu estiver comendo o seu c* — respondi, vendo o choque atravessar seu olhar por um milésimo de segundo antes de ser substituído por uma entrega sombria.

Não dei tempo para ela processar a informação ou montar qualquer defesa. Cuspi na palma da minha mão e lubrifiquei meu próprio membro, que latejava tanto que a pele parecia prestes a rasgar. A dor de estar duro daquele jeito era quase insuportável, um lembrete constante de que ela tinha o controle sobre os meus instintos, mesmo estando presa. Posicionei-me na entrada estreita do seu rabo, sentindo a resistência imediata e o calor que emanava dela. Comecei a penetrá-la com uma lentidão torturante, centímetro por centímetro, dando tempo para que os músculos dela entendessem que não havia escapatória, que eu iria invadir cada espaço que ela possuía.

Alessia soltou um arquejo pesado, as unhas cravando no metal do rack até os nós dos dedos ficarem brancos, mas ela não gritou. Para distrair a atenção dela da dor da invasão e transformar o sofrimento em algo elétrico, inclinei-me, desci a mão por sua barriga suada e enfiei dois dedos fundo na sua b***ta, que ainda transbordava desejo, e logo alcancei seu clitóris, pressionando-o com uma técnica implacável.

Eu queria sobrecarregar o sistema nervoso dela. Queria que ela sentisse dor, preenchimento e um prazer proibido tudo ao mesmo tempo, até que o cérebro dela entrasse em pane. Consegui entrar por completo e senti as paredes se contraírem contra meu pau em um aperto que quase me fez perder a linha de raciocínio. Fiquei parado por alguns segundos, deixando-a se acostumar com a minha presença ali, sentindo o pulsar do seu coração através das paredes internas. Mordendo sua orelha, comecei a me movimentar devagar, um balanço hipnótico que misturava o cheiro de couro, jasmim e a crueza do sexo.

Ela gemeu, um som rouco e baixo, mas não gritou. Aquela resistência silenciosa era o meu combustível. Me inclinei sobre ela e, com um movimento rápido, arrastei uma caixa de objetos de metal, colocando-a debaixo do seu pé esquerdo. O desnível fez com que ela levantasse a perna, abrindo mais espaço para o meu avanço. Puxei a bunda dela com as duas mãos, forçando-a a se curvar ainda mais, deixando-a perfeitamente empinada para o meu ataque.

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