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Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 7

POV/ ALESSIA LOMBARDI

Resolvi tomar banho. Se eu precisasse lutar ou fugir, não seria com quilos de seda marfim me atrapalhando. Entrei no chuveiro, lavei o sangue seco e a poeira do sequestro, mas quando saí, percebi: não havia toalha. Eles não queriam que eu me sentisse confortável; queriam que eu me sentisse um animal.

— Ótimo — resmunguei, meus dentes batendo pelo frio do ambiente úmido.

Saí do banheiro tentando me secar com as mãos, mas congelei. Um homem estava parado no meio do quarto. Não era o Lorenzo. Era um soldado que eu não havia visto ainda, com um olhar que me despiu de forma obscena, percorrendo minhas curvas com uma fome nojenta. Cobri meus seios instintivamente, o coração disparando contra as costelas.

— O que você está fazendo aqui? Sai agora! — ordenei, tentando projetar a autoridade que eu não tinha naquele momento.

— Achei que a princesinha precisasse de ajuda com a limpeza — ele deu um passo à frente, com um sorriso asqueroso. — Fiquei curioso. Dizem que você é toda de prata... embaixo também.

Peguei o vestido sujo no chão e o prensei contra o corpo, mas ele foi rápido demais.

— Não faz isso, vai sujar essa pele tão branquinha... — Ele segurou meu braço com uma força bruta, me puxando para o hálito podre dele. — Quero ver se os pelos lá embaixo também são de prata. Que tal abrir as pernas um pouquinho só para eu conferir?

— Me solta, seu lixo! — Empurrei-o com toda a minha força, mas ele era um bloco de gordura e músculo. Ele me puxou de volta, passando a mão pela minha bunda com uma audácia que me deu náuseas. Ele me prensou contra a parede e passou a língua nojenta pelo meu pescoço.

Acertei uma ajoelhada com precisão cirúrgica no saco dele.

Ele urrou de dor, soltando-me por um segundo. Corri para a porta, esmurrando o metal.

— SOCORRO! ALGUÉM! — gritei, mas o som morria nas paredes de pedra.

O soldado, cego de raiva, me agarrou pela cintura e me jogou em cima da cama. Ele subiu em cima de mim, me prensando contra o colchão. Suas mãos grandes apertaram meu pescoço enquanto ele esfregava a virilha nojenta no meio das minhas pernas. Eu estava nua, vulnerável, e o oxigênio começou a faltar. Minha visão escureceu nas bordas.

Eu ia morrer ali. Abafada por um verme. E depois o meu cadáver seria violado.

Merda! O ar já não chegava aos meus pulmões. Meus olhos estavam revirados, focados no teto borrado, enquanto eu me debatia freneticamente sob o peso daquele animal. Minhas unhas cravavam nos braços dele, mas o aperto no meu pescoço só aumentava, esmagando minha traqueia.

CAP. 7 -  Eu ia morrer ali. Abafada por um verme. E depois o meu cadáver seria violado. 1

CAP. 7 -  Eu ia morrer ali. Abafada por um verme. E depois o meu cadáver seria violado. 2

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