Entrar Via

Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 280

POV/ LORENZO

Em um movimento rápido e inesperado, ela desfez o nó das pernas ao redor da minha cintura e saiu de cima de mim. Senti uma falta imediata do calor do corpo dela. Antonella ficou de joelhos no colchão, bem entre as minhas pernas. Ela segurou o meu membro com a palma da mão quente, iniciando uma massagem lenta e rítmica, subindo e descendo os dedos pelo comprimento duro até a extremidade. Logo depois, ela inclinou o rosto e levou a boca direto contra o meu membro, usando a umidade da língua para me deixar completamente sem defesas.

Fechei os olhos com força, a minha cabeça batendo contra a madeira da cabeceira. Eu estava quase perdendo o controle com o nível daquela estimulação direta.

— Eu posso trabalhar? — ela perguntou, afastando os lábios por um segundo, a voz saindo abafada.

— Não — sibilei, trincando os dentes.

Ela voltou a me sugar com mais intensidade, usando as mãos em um movimento coordenado que me levou direto para a beira do precipício. O meu abdômen contraiu e eu senti o ápice do prazer chegar perto do limite, pronto para explodir. Eu estava prestes a gozar, completamente entregue à loucura do toque dela.

Subitamente, ela parou.

Antonella se afastou de uma vez, limpando o canto da boca com as costas da mão e se levantando do colchão de casal com agilidade. Abri os olhos no susto, arfando pesado, com o peito subindo e descendo em desespero pelo alívio interrompido de forma abrupta.

— Onde você vai, porra? Volta aqui! — ordenei, forçando as gravatas com uma violência que cortou a pele dos meus pulsos.

— Vou dar um tempo para você pensar e processar as informações — ela disse, com um semblante totalmente calmo e focado.

Ela parou em pé ao lado da cama. Com as mãos firmes, Antonella começou a desabotoar os botões da minha camisa preta que ela estava vestindo. Ela abriu o tecido por completo, revelando a nudez dos seios fartos e a brancura da pele da barriga, mas não tirou a roupa; manteve a camisa caída pelos ombros como uma moldura.

Ela caminhou até o canto do quarto, segurou o encosto da poltrona de couro e a arrastou pelo granito até parar bem em frente à cama, a poucos centímetros de onde eu estava preso. Ela sentou-se na poltrona, inclinou o corpo para trás e abriu as pernas totalmente na minha direção, deixando a sua intimidade úmida e rosada completamente exposta sob a luz do abajur.

Ela desceu a mão direita devagar, enfiando os dois dedos direto entre os lábios da sua carne, começando a se masturbar com lentidão bem na minha frente.

— Você quer isso, Lorenzo? — ela perguntou, mantendo os olhos verdes fixos na minha cara enquanto gemia baixinho, deslizando os dedos molhados pela própria pele.

— É o que eu mais quero nessa porra de vida — confessei, a minha voz saindo grossa, o meu pau latejando no vazio, totalmente exposto e rígido.

— Então você tem que me deixar trabalhar. E tem que aceitar os meus termos.

Soltei uma risada ríspida, olhando para o teto de gesso por um segundo antes de voltar a encarar aquela visão do inferno. A inteligência dela era doentia. Ela sabia exatamente onde apertar para quebrar a minha lógica.

— Então é isso... Um jogo na base da chantagem.

— Eu queria saber se você gostava de mim de verdade, queria saber se tinha outras mulheres para garantir o meu território, queria o fim dos segredos e agora eu quero o meu emprego de volta — ela ditou as regras, subindo a mão esquerda até o próprio peito, apertando o bico do seio com os dedos enquanto continuava a se dedilhar na poltrona. — Você escolhe. Ou você concorda comigo, ou vai ficar assistindo até eu terminar sozinha.

Forcei o peso do meu corpo em um impulso violento com os braços para tentar arrebentar a gravata na força bruta, o ódio e o tesão se misturando nas minhas veias.

— Se você sair daí sem a minha permissão, eu vou ficar com muita raiva — ela avisou, a voz saindo ríspida no meio de um arquejo de prazer dela. — Você tem que ficar aí e concordar comigo por livre e espontânea vontade.

— Por livre e espontânea tortura.

— Você é esperto. Entende rápido.

Ela continuou a clicar e a deslizar os dedos de forma firme pela própria entrada, o som da umidade dela preenchendo o silêncio do quarto. Logo depois, ela recolheu a mão banhada nos próprios fluidos, levou os dedos até os lábios e chupou a substância devagar, sem desviar os olhos dos meus.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE